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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Transpetro

   A Transpetro é uma das maiores empresas na área de logística e transporte de gás, petróleo, biocombustíveis e derivados a diversos pontos do Brasil. São bilhões de litros de combustíveis que passam anualmente por uma rede que tem mais de 14 mil quilômetros de oleodutos e gasodutos, 49 terminais e 52 navios petroleiros, vale ressaltar que a Transpetro é uma subsidiária da Petrobrás.


   O grupo PET Civil foi conhecer um pouco mais sobre a empresa.
terça-feira, 13 de maio de 2014

Segundo dia do Ciclo de Seminários promete estender os horizontes da matriz energética


Com o tema Matriz energética mundial e os novos horizontes geossociais desta nova matriz, o segundo dia do Ciclo de Seminários (13/05) receberá o presidente da COMPAGÁS, Luciano Pizzatto, no auditório Léo Grossman às 12:00, para explanar ainda mais sobre esse interessante assunto.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

O início do Ciclo: Potencial Energético Brasileiro

Para entrarmos no clima do XIII Ciclo de Seminários, o blog PET Engenharia Civil postará ao longo da semana matérias a respeito de todas as palestras, para quem não poderá vir e para aquelas que virão, a fim de ter um conhecimento prévio a respeito de todos os assuntos por meio de notícias na área. O primeiro tema abordado é Potencial Energético Brasileiro.



sexta-feira, 4 de abril de 2014

Microgeração de Energia


Microgeração de energia é a criação de pequenas centrais de energia em residências, como a foto destaca. Essas centrais são ligadas a rede do município e abastecem outras residências. A grande dúvida é a viabilidade desse investimento, hoje alto e que não tem muito apoios fiscais.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Paraná pode voltar ao mapa eólico em 2015

Consórcio privado quer investir R$ 800 milhões em três usinas em Palmas, mesma cidade que recebeu o primeiro parque do Sul do país

Aerogeradores em Água Doce (SC), perto de Palmas: energia eólica avançou no estado vizinho, mas estagnou no Paraná
Sede do primeiro parque eólico do Sul do país, em operação desde 2000, o Paraná pode finalmente receber novos investimentos nessa área. Um empreendimento es­­tudado desde 2008 por um consórcio privado envol­ve a construção de três usinas movidas a vento em Palmas, no Sul do estado, por R$ 800 milhões. Elas poderão gerar até 170,2 megawatts (MW), suficiente para abastecer o equivalente a uma cidade com 300 mil habitantes. A cidade escolhida é a mesma onde funciona o único parque eólico do estado, com 2,5 MW, pertencente à Copel. Os projetos levam os mesmos nomes dos respectivos grupos empresariais – Água Santa (80,5 MW), Serra da Esperança (43,7 MW) e Rota das Araucárias (46 MW) – e aguardam a resposta ao pedido de licença prévia feito ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP).

quarta-feira, 19 de março de 2014

Grandes hidrelétricas não são economicamente viáveis, diz estudo.


Pesquisa da Universidade de Oxford mostra que, em média, hidrelétricas em todo o mundo estouram o orçamento e ficam 96% mais caras. No Brasil, essa porcentagem é ainda maior: 101%

A usina hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu, Brasil (Foto: Keiny Andrade/LatinContent/Getty Images)

Quando a usina hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, foi leiloada em 2008, o investimento previsto para a construção do projeto era de R$ 9 bilhões. Pouco depois do leilão, a empresa vencedora da concessão, a Energia Sustentável do Brasil, anunciou uma mudança no local do projeto que faria com que a usina custasse menos e produzisse mais energia. Não foi o que aconteceu. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a usina está custando quase o dobro do inicialmente previsto, R$ 17,4 bilhões, e conta com atraso de mais de um ano. Jirau não está sozinha. Um estudo publicado nesta segunda-feira (10) mostra que grandes usinas hidrelétricas estouram o orçamento e atrasam em todo o mundo, o que faz os pesquisadores questionar: vale a pena, do ponto de vista econômico, construir grandes barragens?

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Maior ponte solar do mundo é concluída em Londres

Reforma de ponte construída em 1886, recebeu a instalação de 4.400 painéis fotovoltaicos. Estrutura tem capacidade para gerar 900 mil kWh por ano

Foto: solarcentury
Após aproximadamente cinco anos em obras, a instalação de 4.400 painéis fotovoltaicos na ponte próxima da estação Blackfriars do metrô de Londres, na Inglaterra, foi finalizada. Agora, a estrutura é considerada a maior "ponte solar" do mundo e tem capacidade de gerar 900 mil kWh por ano.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013

Energia das marés - Maremotriz


A energia das marés, também conhecida como energia maremotriz, é obtida por meio do aproveitamento da energia proveniente do desnível das marés. Para que essa energia seja revertida em eletricidade é necessária a construção de barragens, eclusas (permitindo a entrada e saída de água) e unidades geradoras de energia.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Maior usina hidrelétrica brasileira planeja construção da terceira fase de ampliação


Antes de começar o artigo, esclareço que a usina de Tucuruí no sudoeste do Pará é a maior usina brasileira por ser construção 100% nacional, visto que a usina de Itaipú é construção binacional, Brasil e Paraguai e localizada na fronteira entre os dois países.
Localizada no rio Tocantins tem qualidade de ser a quarta maior usina hidrelétrica do mundo localizada (perde para: Três Gargantas (China): 18.200 megawatts, Itaipu (Brasil/Paraguai): 14.000 MW e Guri (Venezuela): 10.000 MW) com capacidade de produção de 8.370MW estudos estão sendo feitos para a construção de uma terceira casa de força que permitirá acréscimo de 2.000 MW a 2.500 MW; hoje sua capacidade atual é suficiente para abastecer 16,7 milhões de pessoas, ou quase a região metropolitana de São Paulo, de 19 milhões de habitantes, podendo chegar a 40 milhões de brasileiros abastecidos por ela.
sexta-feira, 28 de junho de 2013

Apresentação sobre PCH's - Electra Power

Nesta quinta-feira, 27, aconteceu a primeira apresentação do projeto PET em Campo de 2013. Os alunos José Roberto e Waldney apresentaram sobre a importância das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) na geração de um país.

Vista da construção da barragem de uma PCH da empresa Electra Power®

O projeto "PET em Campo" objetiva trazer a rotina dos profissionais de Engenharia Civil ao conhecimento dos alunos do grupo PET Civil. Isso faz com que se crie uma consciência sobre a responsabilidade do profissional atuando nas diversas áreas de atuação do engenheiro, além de se ter um pouco mais de noção sobre as dificuldades e desafios de atuar em cada setor de um enorme gama de possibilidades que a Engenharia Civil disponibiliza. 


A visita ocorreu no início do mês de junho e a apresentação ao restante do grupo aconteceu ontem, com a finalidade de contextualizar todo o grupo sobre o engenheiro civil que trabalha com projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH).
sexta-feira, 17 de maio de 2013

Tomada Solar – Revolução à vista!



Um novo dispositivo que deve ser, provavelmente num futuro próximo, uma verdadeira revolução para o mercado de eletricidade, foi apresentado ao público. O objeto em questão é a “Solar Powered Window Socket”, ou “Tomada Solar”, criação dos designers Kyuho Song e Boa Oh. Infelizmente o produto ainda não foi comercializado e ainda não é uma realidade. Segundo Kyuho Song, “este produto está na fase de concepção e ainda apresenta problemas técnicos que em breve devem ser resolvidos.”
quarta-feira, 8 de maio de 2013

A energia das algas - Projeto da UFPR usa microalgas para produzir biocombustível

Microalgas são a aposta do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento de Energia Autossustentável (NPdeas) da UFPR para colocar no mercado um novo gerador de energia. Por enquanto, a ideia é fazer com que elas forneçam biocombustível suficiente para suprir a demanda de uma das construções da instituição, com tamanho equivalente a um prédio com seis apartamentos.
quarta-feira, 17 de abril de 2013

Megaobra cruza a Amazônia para transmitir energia


Linha de transmissão terá 1.191 quilômetros de extensão e vai percorrer torres que chegam a 300 metros de altitude, sustentadas por 30 mil m³ de concreto
Por: Altair Santos
Primeiras fases da obra começam a ser entregues no 1º semestre de 2013.
Cruzando a selva amazônica, sem danificá-la ambientalmente, 4 mil homens estão construindo a maior linha de transmissão do país, desde Furnas. Trata-se do percurso que ligará Manaus, no Amazonas, a Macapá, no Amapá, passando por Tucuruí, no Pará. São 1.191 quilômetros de extensão, numa obra que iniciou em novembro de 2011 e agora em 2013 começa a entregar os primeiros trechos. A cargo do grupo espanhol Isolux Córsan, o empreendimento, financiado pela SUDAM (Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia) e pelo BASA (Banco da Amazônia) custará aproximadamente R$ 3 bilhões.
quinta-feira, 21 de março de 2013

Obra chinesa altera o tempo e o eixo de rotação da Terra.


Será isso uma verdade?

A Hidrelétrica de Três Gargantas, na China, é a central hidrelétrica com a maior barragem e a maior represa do mundo. Segundo estudiosos, suas dimensões e sua capacidade teriam alterado a velocidade de rotação da Terra.
O que esta barragem  poderia ter de tão especial para alterar a rotação da Terra, isso seria possível?
quinta-feira, 7 de março de 2013

Usina solar começa a ser construída na Arena Pernambuco

Está em processo de implantação uma usina solar na Arena Pernambuco, com potencial instalado de 1 MWp, o equivalente ao consumo médio de 6 mil pessoas. Orçado em R$ 10 milhões, o projeto integra o Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) "Arranjos Técnicos e Comerciais para Inserção da Geração Solar Fotovoltaica na Matriz Energética Brasileira", de três distribuidoras do grupo Neoenergia, empresa que trabalha em parceria com a Odebrecht.

O sistema é composto por painéis solares fotovoltaicos que captam a luz solar incidente e a transformam em energia elétrica, passando por um inversor que converte a energia para a comumente utilizada em indústrias e residências. A energia gerada será destinada preferencialmente ao abastecimento do estádio, que é uma das sedes da Copa do Mundo de 2014. Apesar disso, quando não estiver operando para a arena, a usina vai atender à rede de distribuição convencional.
O preço de implantação e operação da usina não acarretará custos extras ao orçamento estimado para o estádio, pois serão arcados pelas empresas envolvidas no projeto da planta solar.
domingo, 3 de junho de 2012

Hidrelétrica de Paracambi, no Rio de Janeiro, é inaugurada

A cidade de Paracambi, no Rio de Janeiro, inaugurou no dia 31 de maio uma nova hidrelétrica, com capacidade de produção de 25 megawatts e abastecimento de 50 mil residências. A Pequena Central Hidrelétrica Paracambi (PCH) faz parte do Complexo de Lajes, formado pelas hidrelétricas de Fontes Novas, Nilo Peçanha e Pereira Passos. Além de Paracambi, a usina também atenderá as cidades de Itaguaí e Piraí.

Hidrelétrica concluída em 30 meses, no Rio de Janeiro

A primeira etapa de execução da obra foi o barramento da margem direita do Rio Ribeirão das Lajes. Esta etapa foi concluída em terreno seco, já que a curvatura do rio fez com que não fosse necessária a interferência em seu leito. A terraplanagem removeu todo o solo até chegar à camada de rochas a 12 metros de profundidade.

Depois de alguns testes de qualidade da rocha e reforço das mesmas com injeção de cimento, foi construída a barragem da margem direita e as estruturas de concreto de 29 metros de altura: tomada d'água de quatro vãos, responsável pela captação de água; dois vertedouros da barragem, que escoam a vazão não turbinada do rio, além de casas de força. Para a execução dos pilares do vertedouro, foi usado o sistema de fôrmas deslizantes. 

Ao final desta etapa, foi iniciado o desvio de 200 metros do rio pelos dois vãos dos vertedouros, possibilitando a construção da barragem da margem esquerda. Para o desvio, foi primeiramente removido um septo de jusante (lado do curso de água em direção à foz). A água começou a penetrar neste terreno, formando um canal. O septo de montante (lado do curso da água em direção à nascente) foi então removido, fazendo com que água passasse pelo leito natural do rio e pelos vãos do vertedouro.

A terceira fase da obra envolveu o lançamento de duas ensecadeiras - pequenas barragens provisórias de rocha, que desviam o rio para secar a região de implantação da estrutura. Mesmo depois de lançar a rocha no rio, um pouco de água continua passando e assim, para concluir a vedação, foi lançado argila sobre a rocha. Essas barragens de rocha e argila também possuem areia, funcionando como um filtro que retém a água.

Na quarta e última fase, foram construídas duas ogivas de concreto nos vão do vertedouro, além da montagem das comportas da estrutura e o desvio completo do rio. Para que isso acontecesse, os vãos do vertedouro foram fechados, sem comprometer a vazão mínima do rio, de 120 m³/s.