Localizado em Kasukabe, no Japão, o maior sistema de controle contra inundações do mundo, do tipo, o G-Cans permite bombear até 200 toneladas de água por segundo. O complexo tem cerca de 6 quilômetros de túneis e enormes reservatórios subterrâneos, 50 metros abaixo da superfície, suportados por pilares de concreto armado (imagem acima), os maiores chegam a ter 177 metros de comprimento, 78 metros de largura e 26 de altura.
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quarta-feira, 28 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
Quarto dia do Ciclo de Seminários tratará sobre a importância dos reservatórios no país
O Ciclo está quase acabando, mas ainda dá tempo de aproveitar e aprender um pouco mais sobre Infraestrutura Brasileira. Grupo Pet trará hoje o diretor de Comunicações do Comitê Brasileiro de Barragens, ex-diretor de Itaipu, Miguel Augusto Zydan Sória e o tema: A importância dos reservatórios de água para o desenvolvimento do Brasil.
quarta-feira, 14 de maio de 2014
O projeto Ciclo de Seminários está na sua 13ª edição e tem muito adeptos, pois em todos os dias os auditórios do Cesec e Léo Grossman estavam lotados. E esparamos ainda mais pessoas para esse terceiro dia com um tema muito pouco discutido e nem um pouco visto quando falamos de política: Saneamento Básico.
Ciclo de Seminários chega ao seu terceiro dia
O projeto Ciclo de Seminários está na sua 13ª edição e tem muito adeptos, pois em todos os dias os auditórios do Cesec e Léo Grossman estavam lotados. E esparamos ainda mais pessoas para esse terceiro dia com um tema muito pouco discutido e nem um pouco visto quando falamos de política: Saneamento Básico.
segunda-feira, 31 de março de 2014
Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari
| Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1) |
O Corpo de Bombeiros do Amapá informou que por volta de 2h deste sábado (29) houve o rompimento de uma braçadeira da construção da barragem secundária da Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, a 265 quilômetros de Macapá. Ainda de acordo com os bombeiros, quatro pessoas que trabalhavam no local na hora do acidente estão desaparecidas.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Grandes hidrelétricas não são economicamente viáveis, diz estudo.
Pesquisa da Universidade de Oxford mostra que, em média,
hidrelétricas em todo o mundo estouram o orçamento e ficam 96% mais caras. No
Brasil, essa porcentagem é ainda maior: 101%
A usina hidrelétrica de Itaipu, em
Foz do Iguaçu, Brasil (Foto: Keiny Andrade/LatinContent/Getty Images)
Quando a usina hidrelétrica de Jirau, em Rondônia, foi
leiloada em 2008, o investimento previsto para a construção do projeto era de
R$ 9 bilhões. Pouco depois do leilão, a empresa vencedora da concessão, a
Energia Sustentável do Brasil, anunciou uma mudança no local do projeto que
faria com que a usina custasse menos e produzisse mais energia. Não foi o que
aconteceu. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, a usina está
custando quase o dobro do inicialmente previsto, R$ 17,4 bilhões, e conta com
atraso de mais de um ano. Jirau não está sozinha. Um estudo publicado nesta
segunda-feira (10) mostra que grandes usinas hidrelétricas estouram o orçamento
e atrasam em todo o mundo, o que faz os pesquisadores questionar: vale a pena,
do ponto de vista econômico, construir grandes barragens?
sexta-feira, 14 de março de 2014
Cheia do Rio Madeira não está relacionada às hidrelétricas, garante CPRM
A operação das usinas hidrelétricas Santo Antônio e Jirau no Rio Madeira não influencia a cheia do rio, segundo avaliação do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), que monitora a vazão do rio. “Não temos observado influência das usinas, porque elas são a fio d’água, não retêm água. Elas têm um protocolo de nível mínimo e máximo, e têm mantido isso o tempo inteiro. A água que entra, passa”, explica o diretor de Hidrologia e Gestão Territorial do CPRM, Thales Sampaio.
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| UHE - Jirau (Fonte: jaruemdestaque.com.br) |
terça-feira, 11 de março de 2014
Construção de hidrelétricas podem ter agravado cheia do Rio Madeira
| Foto: UOL |
O Rio Madeira está prestes a atingir o maior nível da história por causa das enchentes na região de Porto Velho.
Faltam apenas oito centímetros para o nível do Rio Madeira em Rondônia chegar aos 19 metros, um marco do qual não se tem registro oficial. O rio sofre influência da grande cheia dos rios Beni e Madre de Dióz na Bolívia e das chuvas nesse período do ano, que têm superado todos os recordes.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Obras de recuperação do Rio Tietê
Não foram poucos os erros históricos na relação entre a cidade de São Paulo e seus rios. Hoje, grande parte deles está escondida sob ruas e avenidas, e os poucos que podem ser vistos sofrem com o descaso e a poluição. Mas alguns projetos estão em curso para tentar recuperar uma ligação saudável entre as águas e os habitantes. Hora de conhecê-los mais de perto.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Outdoor no Peru transforma ar em água potável
Um outdoor nos arredores de Lima, Peru, transforma ar em água potável. O dispositivo, criado pelos pesquisadores da Universidade de Engenharia e Tecnologia (UTEC) de Lima e pela agência de propaganda Mayo Peru DraftFCB, captura a umidade do ar e, com a ajuda de filtros, produz a água. O painel tem uma localização estratégica, no vilarejo de Bujama, uma área ao sul da capital na qual os moradores quase não têm acesso à água limpa.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Energia das marés - Maremotriz
A energia das marés, também conhecida como energia maremotriz, é obtida por meio do aproveitamento da energia proveniente do desnível das marés. Para que essa energia seja revertida em eletricidade é necessária a construção de barragens, eclusas (permitindo a entrada e saída de água) e unidades geradoras de energia.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Maior usina hidrelétrica brasileira planeja construção da terceira fase de ampliação
Antes de começar o artigo, esclareço que a usina de Tucuruí no sudoeste do Pará é a maior usina brasileira por ser construção 100% nacional, visto que a usina de Itaipú é construção binacional, Brasil e Paraguai e localizada na fronteira entre os dois países.
Localizada no rio Tocantins tem qualidade de ser a quarta maior usina hidrelétrica do mundo localizada (perde para: Três Gargantas (China): 18.200 megawatts, Itaipu (Brasil/Paraguai): 14.000 MW e Guri (Venezuela): 10.000 MW) com capacidade de produção de 8.370MW estudos estão sendo feitos para a construção de uma terceira casa de força que permitirá acréscimo de 2.000 MW a 2.500 MW; hoje sua capacidade atual é suficiente para abastecer 16,7 milhões de pessoas, ou quase a região metropolitana de São Paulo, de 19 milhões de habitantes, podendo chegar a 40 milhões de brasileiros abastecidos por ela.
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Apresentação sobre PCH's - Electra Power
Nesta quinta-feira, 27, aconteceu a primeira apresentação do projeto PET em Campo de 2013. Os alunos José Roberto e Waldney apresentaram sobre a importância das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) na geração de um país.
| Vista da construção da barragem de uma PCH da empresa Electra Power® |
O projeto "PET em Campo" objetiva trazer a rotina dos profissionais de Engenharia Civil ao conhecimento dos alunos do grupo PET Civil. Isso faz com que se crie uma consciência sobre a responsabilidade do profissional atuando nas diversas áreas de atuação do engenheiro, além de se ter um pouco mais de noção sobre as dificuldades e desafios de atuar em cada setor de um enorme gama de possibilidades que a Engenharia Civil disponibiliza.
A visita ocorreu no início do mês de junho e a apresentação ao restante do grupo aconteceu ontem, com a finalidade de contextualizar todo o grupo sobre o engenheiro civil que trabalha com projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH).
quinta-feira, 21 de março de 2013
A Hidrelétrica de Três Gargantas, na China, é a central hidrelétrica com a maior barragem e a maior represa do mundo. Segundo estudiosos, suas dimensões e sua capacidade teriam alterado a velocidade de rotação da Terra.
Obra chinesa altera o tempo e o eixo de rotação da Terra.
Será isso uma verdade?
O que esta barragem poderia ter de tão especial para alterar a rotação da Terra, isso seria possível?
domingo, 4 de novembro de 2012
CURSOS TIGRE
Estão abertas as inscrições para os Cursos tigre, que consistem um mini curso e três palestras. Os interessados devem mandam um email para inscricoes.petcivil@gmail.com, com nome, GRR, período e de quais cursos e/ou palestras pretende participar.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Novo mapa mostra que malha de hidrovias no país chega a 21 mil km
Um novo mapa traçado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) demonstra que 20,9 mil quilômetros de rios brasileiros já são usados para levar cargas e passageiros de um ponto para outro do interior do país. Até hoje, acreditava-se que as hidrovias alcançassem cerca de 13 mil quilômetros, número usado como referência no setor e mesmo em documentos oficiais.
Agora, descobriu-se que a extensão de rios navegados economicamente é muito maior. O estudo, ainda inédito, indica que 80% da malha está no complexo Solimões-Amazonas. O segundo corredor mais longo é o Paraná-Tietê, com 1.495 quilômetros, o equivalente a 7% de toda a rede.
Embora todas essas vias já sejam exploradas - só não se sabia disso -, o mapeamento, segundo Adalberto Tokarski, superintendente de navegação interior da Antaq, é relevante. "O estudo tem importância para compreender o transporte aquaviário e subsidiar o Ministério dos Transportes na elaboração de políticas públicas, bem como aperfeiçoar a fiscalização e a regulação do setor."
domingo, 3 de junho de 2012
Hidrelétrica de Paracambi, no Rio de Janeiro, é inaugurada
A cidade de Paracambi, no Rio de Janeiro, inaugurou no dia 31 de maio uma nova hidrelétrica, com capacidade de produção de 25 megawatts e abastecimento de 50 mil residências. A Pequena Central Hidrelétrica Paracambi (PCH) faz parte do Complexo de Lajes, formado pelas hidrelétricas de Fontes Novas, Nilo Peçanha e Pereira Passos. Além de Paracambi, a usina também atenderá as cidades de Itaguaí e Piraí.
| Hidrelétrica concluída em 30 meses, no Rio de Janeiro |
A primeira etapa de execução da obra foi o barramento da margem direita do Rio Ribeirão das Lajes. Esta etapa foi concluída em terreno seco, já que a curvatura do rio fez com que não fosse necessária a interferência em seu leito. A terraplanagem removeu todo o solo até chegar à camada de rochas a 12 metros de profundidade.
Depois de alguns testes de qualidade da rocha e reforço das mesmas com injeção de cimento, foi construída a barragem da margem direita e as estruturas de concreto de 29 metros de altura: tomada d'água de quatro vãos, responsável pela captação de água; dois vertedouros da barragem, que escoam a vazão não turbinada do rio, além de casas de força. Para a execução dos pilares do vertedouro, foi usado o sistema de fôrmas deslizantes.
Depois de alguns testes de qualidade da rocha e reforço das mesmas com injeção de cimento, foi construída a barragem da margem direita e as estruturas de concreto de 29 metros de altura: tomada d'água de quatro vãos, responsável pela captação de água; dois vertedouros da barragem, que escoam a vazão não turbinada do rio, além de casas de força. Para a execução dos pilares do vertedouro, foi usado o sistema de fôrmas deslizantes.
Ao final desta etapa, foi iniciado o desvio de 200 metros do rio pelos dois vãos dos vertedouros, possibilitando a construção da barragem da margem esquerda. Para o desvio, foi primeiramente removido um septo de jusante (lado do curso de água em direção à foz). A água começou a penetrar neste terreno, formando um canal. O septo de montante (lado do curso da água em direção à nascente) foi então removido, fazendo com que água passasse pelo leito natural do rio e pelos vãos do vertedouro.
A terceira fase da obra envolveu o lançamento de duas ensecadeiras - pequenas barragens provisórias de rocha, que desviam o rio para secar a região de implantação da estrutura. Mesmo depois de lançar a rocha no rio, um pouco de água continua passando e assim, para concluir a vedação, foi lançado argila sobre a rocha. Essas barragens de rocha e argila também possuem areia, funcionando como um filtro que retém a água.
Na quarta e última fase, foram construídas duas ogivas de concreto nos vão do vertedouro, além da montagem das comportas da estrutura e o desvio completo do rio. Para que isso acontecesse, os vãos do vertedouro foram fechados, sem comprometer a vazão mínima do rio, de 120 m³/s.
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