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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Nova tecnologia francesa cria barreira de proteção sísmica em estruturas

Um grupo de investigadores franceses da Universidade Aix-Marseille (AMU), em colaboração com a consultora de engenharia Menard Vibro, desenvolveu um método geotécnico de alteração do solo natural que poderá contribuir para a redução da ação destrutiva dos sismos em estruturas de Engenharia Civil. De acordo com um artigo publicado na Physical Review Letters, a tecnologia consiste na execução de uma malha de furos cilíndricos, com distribuição e geometria específicas, que formam uma espécie de barreira, impedindo a ampliação de ondas sísmicas.

Passos simplificados. Fonte: Physical Review Letters.
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Novos maquinários permitem executar paredes diafragmas até em solo rochoso



Divulgação: Geofiz Fundações
Execução de paredes-diafragma tem evoluído com o avanço do maquinário, que atinge cotas de escavação mais profundas, com maior produtividade e menores níveis de ruído.

Elementos estruturais de concreto armado concebidos para contenção de empuxos de terra, água e sobrecargas em escavações verticais profundas, as paredes-diafragma são uma solução recorrente nos centros urbanos, onde a falta de área livre dificulta a execução de outros processos.

Nos últimos anos, a demanda por tecnologias mais eficazes e produtivas promoveu avanços nessa área. Equipamentos de grande porte desembarcaram no Brasil, com destaque para as hidrofresas. Ao mesmo tempo, alternativas ao uso da lama bentonítica como fluido estabilizante também apareceram, proporcionando ganhos ambientais e econômicos.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Obras de recuperação do Rio Tietê


Não foram poucos os erros históricos na relação entre a cidade de São Paulo e seus rios. Hoje, grande parte deles está escondida sob ruas e avenidas, e os poucos que podem ser vistos sofrem com o descaso e a poluição. Mas alguns projetos estão em curso para tentar recuperar uma ligação saudável entre as águas e os habitantes. Hora de conhecê-los mais de perto.
sexta-feira, 28 de junho de 2013

Apresentação sobre PCH's - Electra Power

Nesta quinta-feira, 27, aconteceu a primeira apresentação do projeto PET em Campo de 2013. Os alunos José Roberto e Waldney apresentaram sobre a importância das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH) na geração de um país.

Vista da construção da barragem de uma PCH da empresa Electra Power®

O projeto "PET em Campo" objetiva trazer a rotina dos profissionais de Engenharia Civil ao conhecimento dos alunos do grupo PET Civil. Isso faz com que se crie uma consciência sobre a responsabilidade do profissional atuando nas diversas áreas de atuação do engenheiro, além de se ter um pouco mais de noção sobre as dificuldades e desafios de atuar em cada setor de um enorme gama de possibilidades que a Engenharia Civil disponibiliza. 


A visita ocorreu no início do mês de junho e a apresentação ao restante do grupo aconteceu ontem, com a finalidade de contextualizar todo o grupo sobre o engenheiro civil que trabalha com projetos de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH).
sexta-feira, 10 de maio de 2013

Metrô de Curitiba volta à estaca zero


Depois de uma década de projetos e estudos técnicos que consumiram quase R$ 11,5 milhões, o projeto do metrô curitibano voltou à estaca zero. A prefeitura anunciou ontem que convocará empresas para aprofundar os estudos para implantação do novo modal. O objetivo é viabilizar a obra, considerada “inconsistente” pela Comissão de Revisão do Projeto do Metrô de Curitiba.
domingo, 13 de janeiro de 2013

ABMS apresenta compilação do conhecimento sobre solos de São Paulo e Curitiba

No final de 2012 ocorreu, em São Paulo, o lançamento de um livro dos professores de Geotecnia da UFPR e da USP. O lançamento em Curitiba está previsto para esse ano.
Segue a notícia retirada do site da ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica):

Mais de 170 pessoas participaram do pré-lançamento do livro “Twin Cities - Solos das Regiões Metropolitanas de São Paulo e Curitiba”, realizado no Instituto de Pesquisas Tecnológicas – IPT, na capital paulista, nos dias 5 e 6 de dezembro de 2012. O evento teve como objetivo apresentar o conteúdo da obra que promete ser referência nos estudos da Geotecnia, Geologia e Engenharia Ambiental voltados para as duas capitais estaduais.  “É uma obra de excelente qualidade, pois foi consolidada com estudos de especialistas renomados em suas áreas”, afirma Marcos Massao Futai, presidente do Núcleo Regional São Paulo da ABMS (Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica), entidade responsável pela realização do evento. A edição do livro, que será comercializado a partir de 2013, foi realizada pelo Comitê Técnico TC-305 (Megacidades), da ISSMGE – Sociedade Internacional de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica, em conjunto com os Núcleos Regionais São Paulo e Paraná-Santa Catarina, da ABMS. (Na foto, da esquerda para a direita: Andrea Sell Dyminski, Arsenio Negro, Marcos Massao Futai e Makoto Namba, associado à ABMS que participou ativamente da organização do evento).
Diversas palestras e debates enriqueceram a programação. Para o geólogo Marcelo Denser Monteiro (foto), que trabalha no Metrô de São Paulo e  é um dos autores do capítulo que aborda a geologia da Grande São Paulo, o livro vem também para atualizar o conhecimento geotécnico sobre a cidade. “O último livro que abordou os solos de São Paulo foi feito há 20 anos”, comenta Marcelo. “Essa publicação veio principalmente para sintetizar e atualizar dados, o que já a torna muito importante para o meio”.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Engenheiros testam efeito de terremotos em elementos não-estruturais dos edifícios

Pesquisa pretende descobrir como manter prédios como hospitais, por exemplo, funcionando durante os abalos







Engenheiros da Universidade da Califórnia, em San Diego, estão realizando testes sísmicos em um prédio de cinco andares na Englekirk Structural Engineering Center, com a ajuda da maior mesa de abalos do mundo. O objetivo do projeto é descobrir o que precisa ser feito em prédios como hospitais, por exemplo, para que continuem em funcionamento depois de um terremoto. Os pesquisadores também tentarão descobrir se as barreiras contra incêndios são afetadas pelos abalos sísmicos. 


O edifício é composto de dois tipos diferentes de fachadas: os dois últimos andares são feitos de painéis de concreto pré-moldado, enquanto os três andares de baixo estão revestidos com placas de gesso e estuque leve. O prédio está equipado com uma unidade de terapia intensiva, sala de cirurgia, canalização, ar condicionado, barreiras contra incêndios e um elevador, além de uma torre de água e sistema de aquecimento na cobertura. 

No primeiro dia de testes, ocorrido há cerca de duas semanas, o prédio passou por abalos da mesma magnitude do terremoto de Northridge, Califórnia, em 1994 (6.7 na escala Richter) e do terremoto do Chile em 2010 (8.8 na escala Richter). Os resultados mostraram que a base do prédio balançou significantemente, mesmo equipada com um rolamento de borracha cilíndrico que isolou grande parte do prédio do movimento lateral que sofreria num terremoto de verdade. Porém, a estrutura que fica em cima destes isoladores sofreu poucas distorções. 

Segundo a professora e pesquisadora Tara Hutchinson da Jacobs School of Engineering da Universidade, este teste mostrou que os isoladores colocados embaixo do prédio protegeram os componentes não-estruturais. Ainda de acordo com Hutchinson, os danos aconteceram em objetos ou estruturas que são fáceis e baratos de reparar, como por exemplo, paredes divisórias. Os engenheiros monitoraram o prédio com mais de 500 sensores e 70 câmeras, que gravaram o movimento de componentes internos do edifício. 

Segundo informações da Universidade da Califórnia, esta é a primeira vez nos Estados Unidos que uma pesquisa se dedica a estudar vários sistemas não-estruturais e equipamentos que podem falhar durante um terremoto, como por exemplo, elevadores, escadas e inúmeros equipamentos médicos.