Na última quarta-feira, dia 5
de novembro, as pontes de papel da nossa 4º edição da competição, foram
rompidas. O evento aberto ao público, aconteceu no auditório do prédio da
Administração, contando com a presença de algumas mídias externas, como a RPC
TV, a OTV e a Plug.
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terça-feira, 11 de novembro de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Começou quarta-feira (23) a concretagem das vigas de sustentação da ponte que vai permitir a passagem, em meia pista, de veículos na Estrada da Graciosa. As equipes contratadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) estão construindo as vigas no próprio local onde houve o desabamento da rodovia e também concluindo a sondagem do solo das cabeceiras, que sustentará a ponte.
Começam obras para permitir passagem na Estrada da Graciosa
| Detalhe das vigas. Fonte: Secretaria de Infraestrutura e Logística. |
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Paraná investe R$ 1 milhão por dia na manutenção e conservação de rodovias
sexta-feira, 28 de março de 2014
Paraná pode voltar ao mapa eólico em 2015
Consórcio privado quer investir R$ 800 milhões em três usinas em Palmas, mesma cidade que recebeu o primeiro parque do Sul do país
| Aerogeradores em Água Doce (SC), perto de Palmas: energia eólica avançou no estado vizinho, mas estagnou no Paraná |
Sede do primeiro
parque eólico do Sul do país, em operação desde 2000, o Paraná pode finalmente
receber novos investimentos nessa área. Um empreendimento estudado desde 2008
por um consórcio privado envolve a construção de três usinas movidas a vento
em Palmas, no Sul do estado, por R$ 800 milhões. Elas poderão gerar até 170,2
megawatts (MW), suficiente para abastecer o equivalente a uma cidade com 300
mil habitantes. A cidade escolhida é a mesma onde funciona o único parque
eólico do estado, com 2,5 MW, pertencente à Copel. Os projetos levam os mesmos
nomes dos respectivos grupos empresariais – Água Santa (80,5 MW), Serra da
Esperança (43,7 MW) e Rota das Araucárias (46 MW) – e aguardam a resposta ao
pedido de licença prévia feito ao Instituto Ambiental do Paraná (IAP).
quinta-feira, 27 de março de 2014
MPF identifica 13 atos secretos em contratos de pedágio no Paraná
Investigação aponta que, desde 1998, mudanças como eliminar ou adiar obras em rodovias concedidas à iniciativa privada ficaram ocultas à sociedade
| A Ecovia, concessionária da BR-277, que leva ao Litoral do Paraná, é uma das empresas com modificações informais no contrato de concessão |
Pelo menos 13 atos “secretos” modificaram os contratos de concessão das rodovias federais no Paraná desde 1998. Eles foram detectados em investigação em curso no Ministério Público Federal (MPF) e publicados em relatório preliminar no fim de fevereiro. Apesar de estarem ligados geralmente a grandes obras, nenhum desses atos foi publicado no Diário Oficial do Estado e nem recebeu aval do governo federal, contrariando o que estava previsto nos contratos originais. A maioria das ações, segundo o MPF, serviu para eliminar ou adiar obras. No caso do contrato da Ecocataratas, por exemplo, todos os investimentos em duplicação foram trocados pela redução de 30% na tarifa do pedágio. Essa mudança vigora até hoje apenas pela ata de uma reunião de 2005.
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