sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Atividades de Novembro

Confira as atividades realizadas pelo PET Engenharia Civil em novembro de 2015! No último mês, tivemos o encerramento da Competição de Pontes de Papel V, as últimas atividades do Circuito de Empreendedorismo e a chegada dos tão esperados Kit Mola Model à UFPR.
Relembre um pouco destes eventos!


Competição de Pontes de Papel V


Um dos projetos mais esperados do ano, a 5ª edição da Competição chegou ao fim no dia 06/11 com o rompimento dos modelos de pontes produzidos pelas equipes participantes. A expectativa era grande e as pontes não decepcionaram!
Confira a classificação das equipes e as fotos do evento. Parabéns a todos os participantes!

















Circuito de Empreendedorismo


Empreender faz parte da vida do Engenheiro. Realizar coisas novas, ser um propulsor e realizador de atividades do seu tempo. Esse foi o espírito que levou o PET Engenharia Civil a realizar, durante todo o ano, diversas palestras e workshops voltados à área do empreendedorismo e da identificação de oportunidades. Agradecemos a todos aqueles que participaram e deram seu esforço para contribuir com este evento: professores, alunos e palestrantes. É nessa dedicação que o verdadeiro empreender consiste.









Kits Mola na UFPR


Há um ano, o curso de Engenharia Civil da UFPR criou um novo marco em sua centenária história: com a contribuição de professores e alunos, foram adquiridos 10 Mola Structural Kits. O Mola é um modelo físico interativo que simula o comportamento de estruturas. Com ele, é possível montar diversas configurações estruturais e, com a aplicação de cargas, verificar as deformações e deslocamentos além do comportamento das ligações.
Os kits chegaram no dia 20/11 e foram lançados na palestra ministrada pelo arquiteto Márcio Sequeira, o criador do projeto. Esta foi a oportunidade de os alunos conhecerem mais sobre todo o processo de criação dos modelos e da melhor utilização destes. No mesmo dia, os professores da área de Estruturas do Departamento de Construção Civil da UFPR tiveram a oportunidade única de participar de um workshop de utilização dos equipamentos com a pessoa que os criou.
Esta foi a demonstração da força do nosso curso e do impacto de nossas ações conjuntas. Aguarde! Logo os Kits Mola estarão disponíveis para ser utilizados por todos os alunos.











quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Ponte de Papel sem Cola

A Competição de Pontes de Papel é um dos projetos mais tradicionais do grupo PET Engenharia Civil da UFPR. O evento pretende simular uma situação real em que os alunos dimensionam uma ponte treliçada e constroem um modelo reduzido feito de papel, que é colocado a prova no dia do rompimento. A competição também se torna interessante devido o material que as pontes são feitas, já que o papel é um material pouco resistente e extremamente comum.



Seria inimaginável ver uma ponte na vida real que fosse realmente feita de papel. Porém o artista Steve Messam não se intimidou e construiu uma ponte de papel, e o mais impressionante, sem usar cola!

O projeto foi executado no “Lake District National Park”, localizado no distrito de Cumbria, na Inglaterra. O desenvolvimento de toda a ponte demorou um total de 4 anos, desde o planejamento até a sua montagem. Na parte inicial foram feitos modelos de diversas escalas para que fossem realizados testes na estrutura, como ela se comportaria quando submetida ao peso dos pedestres e as ações do clima. Depois de concluídos os testes era hora de colocar o plano em prática. Primeiramente foram montados os gabiões (as gaiolas preenchidas com pedras) nas extremidades da ponte para suportar o papel, depois disso foi instalado um molde para suportar as folhas de papel enquanto o arco não estava completo, pois a estrutura ainda estaria instável. Então começaram e se colocar as 20,000 folhas de papel sobre o molde, colocadas em blocos de 1,000 folhas cada.


Assim que o arco ficou completo a forma foi retirada a forma de madeira e a estrutura ficou estável. O fenômeno que permite essa ponte de assumir essa configuração é a compressão entre os papéis, já que a ponte foi feita em formato de arco. As forças, tanto do peso próprio quanto das pessoas e animais, é transmitido entre as folhas de papel até os gabiões, e deles para o solo. 

O papel foi fabricado pela James Cropper, empresa especialista na confecção de papéis especiais. As folhas foram feitas para não soltar seu pigmento ou se despedaçarem no caso de chuva, tanto para que a ponte não colapsasse, e também para ao poluir o riacho.

A obra de arte ficou exposta para o público durante as datas de 8 e 18 de Maio. Após isso a ponte foi desmontada. O papel usado foi devolvido a James Cropper para que fosse reciclado e as pedras foram distribuídas ao longo do leito do rio, de onde foram retiradas.

Você pode aprender mais sobre a Ponte de Papel no video:









Fonte: http://www.stevemessam.co.uk/paperbridge/
segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Carreiras de Sucesso no Empreendedorismo

Empreendedor.
em.pre.en.de.dor
1. Que empreende. 2. Que se aventura à realização de coisas difíceis ou fora do comum; ativo, arrojado. 3. Aquele que empreende. 4. Aquele que toma a seu cargo uma empresa.

O PET Civil separou três dos maiores empreendedores do mundo: pessoas que fizeram a diferença em sua época e contribuíram para a realização de tarefas complexas e que elevaram o seu setor de atuação para outro patamar.
Henry Ford



Henry Ford, nascido no interior dos Estados Unidos na segunda metade do século XIX, foi um dos maiores ícones do empreendedorismo mundial. Fundador da Ford Company, tornou-se um dos homens mais ricos da época com o desenvolvimento expressivo da indústria automobilística. Sua principal marca foi a criação de uma intensa rede de contatos para publicidade, garantindo que cada jornal da cidade de Detroit, inicialmente, divulgasse notícias e anúncios sobre seus produtos.

Pioneiro no método mais tarde conhecido como fordismo, as ideias de Henry Ford modificaram todo o pensamento da época, e foi através dele que o mundo conheceu o padrão industrial de produção; ele revolucionou a relação patrão-funcionário e alterou para sempre o ciclo econômico mundial. É, portanto, um dos empreendedores mais bem-sucedido e mais estudado na área da administração.
Steve Jobs


Foi um inventor, magnata e empresário americano no setor da informática. Co-fundador, presidente e CEO da Apple Inc., revolucionou os setores da computação, da animação, música e publicações digitais. Foi, também, diretor executivo da empresa de animações Pixar e acionista da The Walt Disney Company.

Considerado um gênio criativo e um mestre do empreendedorismo, fez sua principal empresa alcançar a marca de 735 bilhões em valor de mercado. A Apple alterou como nenhuma empresa antes o mundo digital com a divulgação de produtos como o Macintosh, o iPhone, o iPod e o iPad através de Jobs. Eleito a pessoa mais poderosa do mundo dos negócios pela Fortune em 2007 além de o empresário da década no ano de 2009, acumulou uma fortuna de 7 bilhões de dólares a frente de uma das maiores companhias do mundo.

Seu maior legado, mesmo depois de 4 anos de sua morte, é a maior empresa de tecnologia do mundo.

Muhammad Yunus




O Professor Yunus nasceu em Bangladesh em 1940, em 1965 recebeu uma bolsa para estudar economia na Universidade de Vanderbilt nos EUA, recebendo, em 1969 recebeu o título de Ph.D. Em 1972 ele retornou a Bangladesh como presidente do Departamento de Economia da Universidade de Chittagong.
Em 1976, o Professor Yunus começou a fazer experiências com o fornecimento de pequenos empréstimos para os pobres sem as garantias e exigências tradicionais dos bancos comerciais. O projeto foi chamado de Grameen Bank e, mais tarde, em 1983, tornou-se um banco oficial para fornecer empréstimos aos pobres, principalmente mulheres na zona rural de Bangladesh. Hoje o Grameen Bank tem mais de 8,4 milhões de mutuários, 97% dos quais são mulheres, e desembolsa mais de 1,5 bilhões de dólares por ano. A idéia se espalhou por quase todos os países do mundo, incluindo países desenvolvidos e industrializados.
Muhammad Yunus foi convidado pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, a atuar como um defensor da ODM (Objetivos de Desenvolvimento do Milênio). Além disso, faz parte do Conselho de Administração da Fundação das Nações Unidas.
Ao Professor Muhammad Yunus são destinados mais de 50 títulos Honoris causa por universidades, incluindo a UFPR em 2015, em 20 países. Ele já recebeu 112 prêmios de 26 países, incluindo honras de Estado de 10 países.

Em 2006, lhe foi atribuído conjuntamente ao Grameen Bank o Prêmio Nobel da Paz e no mesmo ano pela revista Time foi apontado como um dos 12 maiores líderes empresariais em "60 anos de Heróis asiáticos".


Participe você também do Circuito de Empreendorismo! Os Workshops ocorrerão nos dias 23/11 e 25/11. Inscreva-se em: bit.ly/inscricoespet
segunda-feira, 9 de novembro de 2015

PET Civil participa do 57º IBRACON

O Instituto Brasileiro do Concreto – IBRACON promoveu, de 27 a 30 de outubro, em Bonito, no Mato Grosso do Sul, o 57º Congresso Brasileiro do Concreto, sob o tema “O futuro do concreto para a sustentabilidade nas construções”.
Fórum nacional de divulgação e debates sobre a tecnologia do concreto e seus sistemas construtivos, o evento objetivou divulgar as pesquisas científicas e tecnológicas sobre o concreto e as estruturas de concreto, em termos de produtos e processos, práticas construtivas, normalização técnica, análise e projeto estrutural e sustentabilidade.

Dayane Miranda e Giovana Costa Réus no 57º IBRACON.

O PET Engenharia Civil também participou do evento que contou com a contribuição dos nomes mais importantes no estudo do concreto no país, como o Prof. PhD Paulo Helene. A petiana Dayane de Cristo Miranda apresentou o artigo ''Estudo de caso de inspeção de estrutura de concreto armado de prédio público no Centro Politécnico da UFPR: 6 anos de degradação''. O artigo foi escrito pelos membros do PET Civil e mestrandos do PPGECC com base no projeto anual realizado no ano de 2015 em parceria com a Superintendência de Infraestrutura do Câmpus e que tem por finalidade gerar um relatório de avaliação da viabilidade de retomada das obras de uma edificação abandonada há 6 anos, no Centro Politécnico da UFPR.

Prédio analisado no estudo.
Parabenizamos a aluna Dayane pela participação e apresentação no evento!


Resumo do artigo apresentado.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Reciclagem de Resíduos da Construção Civil

De acordo com a ABRECON – Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição, o Brasil gera anualmente cerca de 84 milhões de metros cúbicos de resíduos da construção e demolição (RCD), sendo que destes apenas 17 milhões são reciclados. O restante é encaminhado para aterros sanitários ou teve outro tipo de destinação, como lixões ou locais irregulares. 

A destinação dos RCD está ganhando foco nos últimos dias, principalmente por causa do descarte incorreto. Segundo dados da associação, esse tipo de material corresponde de 40 a 70% de todos os resíduos sólidos produzidos nas cidades brasileiras. Além disso, metade destas ainda encaminham os resíduos para lixões, ao invés de aproveitá-los em aplicações não estruturais em obras, como aterros, pavimentação, fabricação de blocos de vedação e artefatos de concreto, entre outros. Assim, garante-se um finalidade sustentável e de baixo custo para o material que seria inutilizado.


Demolição de prédio

A maioria dos resíduos gerados numa obra é de alvenaria ou concreto, materiais passíveis de serem reciclados para utilização na própria obra onde são gerados, ou então encaminhados a usinas de reciclagem, a fim de serem transformados em agregado reciclado. Fomentar essas ações é o principal foco da ABRECON, que procura incentivar alternativas frente aos aterros e lixões, além da redução do consumo de recursos naturais oriundos de pedreiras e portos de areia.


Agregado reciclado

Preocupada com esse cenário, a ABRECON apresentou em setembro deste ano uma Pesquisa Setorial da reciclagem de resíduos da construção civil no Brasil, apresentando dados importantes e atualizados desse setor. No relatório, foram abordados tópicos como a distribuição geográficas das empresas, a relação entre a capacidade máxima e a utilizada de fato nas usinas, a qualidade do resíduo reciclado, os tipos de produtos fabricados e as dificuldades enfrentadas pelo setor.



Usina de reciclagem de entulho fixa


Entre os principais conclusões do relatório, destacam-se:

  • O setor brasileiro de reciclagem de resíduos da construção e demolição é constituído por 310 usinas, sendo que 84% das usinas são privadas e possui em média entre 5 e 20 funcionários;
  • A reciclagem desse material subiu 2% nos últimos dois anos, saltando de 19% para 21%;
  • A capacidade máxima de produção das usinas é de 38 milhões de metros cúbicos por ano. Na prática, são reciclados apenas 17 milhões de metros cúbicos, o que corresponde à 45% da capacidade total;
  • O estado de São Paulo concentra 54% das usinas instaladas no país. Na sequência vêm os estados do Rio de Janeiro e do Paraná, cada um com 7% das recicladoras.
  • Entre os principais mercados consumidores de material agregado reciclado estão o de pavimentação e saneamento, na maioria das vezes lideradas pelo setor público.
Segue o link para acessar o relatório na íntegra: Relatório - Pesquisa Setorial 2014/2015

terça-feira, 20 de outubro de 2015

10 passos para ser um empresário de sucesso

Você sonha em ser um empreendedor de sucesso? Que tal aprender com Flávio Augusto?
Ele é fundador da WiseUp, proprietário do Orlando City Soccer Club, Fundador do Geração de Valor e presidente do T-BDH CAPITAL e junto do Marcos Rezende do site Insistimento elencaram 10 passos para ser um empresário de sucesso.

O PET Civil fez um resumo para você desses passos.

Jamais tenha um emprego.





Venda algum produto.





Não se envolva com atalhos para a riqueza.





Venda de forma recorrente.





Viva com bem menos do que você ganha.





Fabrique seu próprio produto.





Amplie o mix de produtos.





Pense grande.





Venda a sua empresa.





Comece tudo de novo com pouco, sempre.




Fonte: Insistimento

terça-feira, 13 de outubro de 2015

IX Jornada Paranaense dos Grupos PET

Durante os dias 10, 11 e 12 de outubro, o PET Engenharia Civil participou da IX Jornada Paranaense de Grupos PET, organizada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). O evento tem como objetivo unir os grupos PET do Paraná para realizar discussões sobre o caráter e legislação do programa, bem como promover a troca de experiências entre os integrantes. Os encaminhamentos gerados através das discussões são levados para os eventos regionais e, se aprovados nesses, são levados para o Encontro Nacional dos Grupos PET (ENAPET).

A atividades programadas pela comissão organizadora se iniciaram na tarde de sábado (10) com as diversas oficinas ofertadas. Os integrantes do PET Engenharia Civil participaram das oficinas de finanças pessoais, teatro, origami e defesa pessoal.


Integrantes do PET Engenharia Civil, PET Odontologia, PET Farmácia e PET Elétrica da UFPR em visita à Catedral Basílica de Maringá.

Na Abertura Oficial do evento, que aconteceu na noite do sábado, fizeram parte da mesa o reitor e a pró-reitora da UEM, juntamente com a Coordenadora da IX JOPARPET - tutora do PET Química da UEM - ao lado do Tutor do PET Engenharia Química e do Conselheiro da CENAPET.


Abertura da IX JOPARPET, em Maringá.

Após a palavra de cada integrante da mesa, em que foi apresentado o tema do evento - O Petiano na Formação da Universidade - tivemos a palestra do Professor Mário Luiz de Neves de Azevedo. Foi abordado sobre o PET, o PNE e algumas reflexões sobre o campo acadêmico e a internacionalização da Educação Superior. Para finalizar a palestra, o Professor lançou desafios ao Programa, sugerindo questões como torná-lo um espaço de encontro de interculturalidade, inclusão e internacionalização e promover atividades de recepção e integração.

A noite foi encerrada com uma apresentação cultural de música e dança, que, além de integrar a comunidade petiana, expôs mais sobre a cultura paranaense.


Apresentação cultural de grupo paranaense na cerimônia de abertura da IX JOPARPET.
O dia de domingo se iniciou com os Grupos de Discussão e Trabalho (GDT), oportunidade que os petianos têm de opinar e gerar sugestões ou encaminhamentos sobre os temas discutidos, que são levados para a Assembleia Geral.

Os petianos foram dividos em 5 GDTs, cujos temas eram:
  1. Políticas e Legislação do PET
  2. Renovação Tutorial no PET
  3. Acompanhamento institucional e avaliação do PET
  4. Interpet: integração, atribuições, desafios e inserção institucional
  5. Formação petiana e sua relação com a universidade, sociedade, atuação profissional e cidadania
A tarde, a primeira atividade realizada foi o Encontro de Petiano, no qual todos os acadêmicos petianos se reúnem para discutir desafios do Programa, também gerando encaminhamentos para serem levados para a Assembleia Geral. Em paralelo a essa atividade, ocorria o Encontro de Tutores, que possuem os mesmos propósitos. 

Encontro de discentes.
Em seguida, foi realizado o Encontro por Áreas, no qual o PET Engenharia Civil pode ter mais contato com outros PETs de Engenharia. No Encontro, foi abordada a dificuldade da realização de um projeto que contenha a indissociabilidade da tríade, a relação de cada grupo com a portaria do Programa e foi realizada uma conversa com um egresso do PET Engenharia Química da UEM, que relatou suas experiências como petiano e como a participação no programa influenciou na sua vida profissional atual.


Encontro por áreas - Engenharias.

Encontro por áreas - Engenharias.

Encontro por áreas - Engenharias.
Finalizando as atividades do dia, o grupo PET Engenharia Civil assistiu as Apresentações de Trabalho dos outros grupos PET, que apresentaram seus projetos e atividades realizadas.


Apresentações de trabalhos na IX edição da JOPARPET.

Apresentações de trabalhos na IX edição da JOPARPET.
Além das atividades de integração que constam na programação do evento, os integrantes promovem integrações durante o tempo livre.


Integração e descontração entre os grupos PET Engenharia Civil, PET Odontologia, PET Engenharia Elétrica, PET Farmácia, PET Química, PET Computação e PET História da Universidade Federal do Paraná.
Na Assembleia Geral, que finalizou as atividades da IX JOPARPET, foram discutidos os encaminhamentos gerados pelos Grupos de Discussão e Trabalho, pelo Encontro de Petianos e pelo Encontro de Tutores. Também foi decidido a próxima sede do evento, que será a UTFPR Pato Branco.

O grupo PET Engenharia Civil se despediu do evento levando muitas ideias e novos aprendizados provindos da troca de experiências com os integrantes. O JOPARPET, bem como os outros eventos PET, trouxe novamente a discussão sobre o Programa, que tende ao crescimento do grupo e dos integrantes, que passam a entender o PET em todas as suas interfaces.


Membros do PET Engenharia Civil na IX Jornada Paranaense dos grupos PET.
sexta-feira, 9 de outubro de 2015

PET Civil participa da 7ª edição da SIEPE

Nos dias 06 e 07 de outubro, a UFPR realizou a 7º Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão (SIEPE). O evento reuniu o 14º Encontro das Atividades Formativas (ENAF), o 23º Evento de Iniciação Científica (EVINCI), 8º Evento de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (EINTI) e o 14º Encontro de Extensão e Cultura (ENEC).

A SIEPE é um evento anual da Universidade Federal do Paraná que integra o Ensino, a Pesquisa e a Extensão e tem a finalidade de promover e estimular a interação entre professores e professoras, estudantes de graduação, educação profissional, ensino médio e pós-graduação, servidores técnico-administrativos, servidoras técnico-administrativas e comunidade em geral.

Os membros do PET Engenharia Civil apresentaram 5 trabalhos no evento. Dentre estes, dois trabalhos foram premiados como melhor trabalho de suas respectivas bancas: ''Uma investigação entre o estilo de ensino-aprendizagem do aluno e do professor no curso de Engenharia Civil da UFPR'', apresentado pela petiana Stephanie Zau, e ''Acompanhamento das obras de revitalização dos lagos do Passeio Público'', apresentado por Leandro Castelani e Matheus Ferreira.



Trabalho: Adição de fibras orgânicas em argamassa para produção de placas cimentícias

Petianas: Dayane de Cristo Miranda e Marcela Dutka Hortega

Orientadora: Nayara Soares Klein



Trabalho: Uma investigação entre o estilo de ensino-aprendizagem do aluno e do professor no curso de Engenharia Civil da UFPR

Petiana: Stephanie Karina Silva Zau

Orientadora: Márcia de Andrade Pereira



Trabalho: Acompanhamento das obras de revitalização dos lagos do Passeio Público

Petianos: Leandro Vidal Costa Castelani e Matheus Ferreira Sonego

Orientadores: Marcelo Henrique Farias de Medeiros e Cristóvão Vicente Scapulatempo Fernandes



Trabalho: Estudo de caso de inspeção de estrutura de concreto armado de prédio público no Centro Politécnico da UFPR: 6 anos de degradação

Petianos: Isabella Bonatto, Lucas Ghion Zorzan e Nadinne Cortz Granato Zem

Orientador: Marcelo Henrique Farias de Medeiros