O estádio Mário Filho sofreu grandes reformas para sediar os eventos esportivos que o Brasil recebeu e ainda vai receber. No decorrer das reformas surgiram algumas inovações na área da engenharia, como o sistema de amortecimento das arquibancadas do Maracanã. Fugindo do convencional sistema de amortecimento usado em outros estádios, em que são usados, por exemplo, amortecedores de massa sincronizada, o Maracanã apostou no sistema de contraforte para compor seu sistema de amortecimento.
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Foto do site
Aurea Construtora
Planejamento e gerenciamento de obras
Com o segundo semestre prestes a começar, o PET já está a
todo vapor buscando trazer conteúdo para complementar os conhecimentos dos
graduandos de Engenharia Civil da UFPR.
Com início datado para 08 de agosto, a primeira novidade da
segunda etapa de 2015 será um curso de gerenciamento de obras, exclusividade do
PET Civil em parceria com o engenheiro civil Marco Stavis – profissional que
gerenciou as obras do Museu Oscar Niemeyer, o museu do olho.
Para chegar no curso com pinta de engenheiro residente,
trazemos algumas informações e dicas que influenciam no gerenciamento e
planejamento de obras.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
A educação em Engenharia: um debate urgente
O sistema de ensino de engenharias está disfuncional no mundo moderno. Essa é a observação que o pesquisador e ex-reitor da Universidade Federal do ABC (UFABC), Hélio Waldman destacou na mesa redonda “Repensando a educação em engenharia”, ontem, 16, na 67ª Reunião Anual da SBPC, em São Carlos. Segundo os participantes da discussão, a universidade deve se dedicar a buscar soluções para os desafios que se colocam em uma disciplina que, entre 2008 e 2011, viu crescer o número de estudantes em 67%, mas que não tem preparado o profissional para as novas exigências de um mercado e um mundo cada vez mais interconectados.
| Mesa-redonda “Repensando a educação em engenharia”. (Foto: Jardel Rodrigues) |
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Em Amsterdã, ponte em aço será construída com impressora 3D
No centro de Amsterdã, capital da Holanda, uma ponte em aço para pedestres será erguida com uma impressora em 3D. A ideia está sendo desenvolvida por duas empresas holandesas, a start-up MX3D e a construtora Heijmans. O projeto é do designer também holandês Jors Laarman. A localização exata ainda não foi divulgada, mas a conclusão está prevista para ser concluída em meados de 2017.
segunda-feira, 29 de junho de 2015
7th Avenue Live and Work: A Inovação Está ao Nosso Lado
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Os dez maiores prédios do mundo
A Engenharia Civil vem rompendo a cada dia fronteiras. Uma delas é a altura de edifícios que chegam a mais de 800 metros. O grupo PET Civil elencou os dez maiores e convida você para conhecer um pouco mais de cada um.
1. Burj Khalifa - Dubai/Emirados Árabes Unidos
Altura: 828 metros;
Andares: 163;
Inauguração: 2010.
2. Shanghai Tower - Xangai/China
Altura: 632 metros;
Andares: 121;
Inauguração: 2014.
3. Makkah Royal Clock Tower Hotel - Meca/Arábia Saudita
Altura: 601 metros;
Andares: 120;
Inauguração: 2012.
4. One World Trade Center - Nova York/EUA
Altura: 541,3 metros;
Andares: 104;
Inauguração: 2013.

5. Taipei 101 - Taipei/Taiwan
Altura: 509 metros;
Andares: 101;
Inauguração:2004.
6. Shanghai World Financial Center - Xangai/China
Altura: 492 metros;
Andares: 101;
Inauguração: 2008.
7. International Commerce Centre - Hong Kong
Altura: 484 metros;
Andares: 118;
Inauguração: 2010.
8. Petronas Tower 1 e 2 - Kuala Lumpur/Malásia
Altura: 452 metros;
Andares: 88;
Inauguração: 1998.
9. Zifeng Tower - Nanquim/China
Altura: 450 metros;
Andares: 89;
Inauguração: 2010.

10. Wills Tower - Chicago/EUA
Altura: 442 metros;
Andares: 108;
Inauguração: 1973.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
O Engenheiro Social
Aberturas de crateras nas ruas, falta de planejamento de água, poluição dos rios e prédios mal estruturados. A questão é: a responsabilidade do engenheiro se estende até onde em tais catástrofes? Em meio a novas tecnologias e a formação técnica, vêm a tona a responsabilidade social na formação do engenheiro, desde que, além de ser capaz de criar mecanismos capazes de satisfazer as necessidades humanas, é necessário que esses profissionais tenham preocupação com a sustentabilidade, além de uma visão crítica, aberta e humanista.
Seja qual for a especialização do engenheiro, é imprescindível que ele compreenda seu poder de transformação do mundo. Cobrar de um engenheiro essas qualidades é tão necessário quanto cobrar um bom ensino numa instituição do tipo, já que as consequências de seus esforços podem influenciar (como geralmente influenciam) uma grande parte da sociedade. Nesta perspectiva, o engenheiro moderno precisa pensar além de seu tempo, nos recursos materiais, no pessoal, no funcional, no estético, no econômico, no planejamento, e antes de tudo, no constante treinamento.
A partir do momento em que a formação técnica e humana é formada continuamente, será desenvolvida a habilidade conceitual, que diz respeito ao alinhamento das características individuais ao mundo externo a sua volta.
André Rebouças, formado em 1860 em engenharia na Bahia, é um exemplo de engenheiro socialmente responsável. Foi o primeiro a solucionar o problema de falta de água através de mananciais fora da cidade e elaborou a primeira proposta para a criação de uma reserva florestal protegida pela União, o que se tornaria realidade 60 anos depois, com a criação do Parque Nacional do Iguaçu. Isso mostra justamente um exemplo que transcende a questão técnica e econômica, pois para ser um bom profissional/cidadão é preciso antes de mais nada ser humano e entender as necessidades básicas de todos os níveis de conjuntos sociais.
Fontes:
COBENGE 2011
Engenharia verde
Engenharia social
Responsabilidade social na formação do engenheiro
Seja qual for a especialização do engenheiro, é imprescindível que ele compreenda seu poder de transformação do mundo. Cobrar de um engenheiro essas qualidades é tão necessário quanto cobrar um bom ensino numa instituição do tipo, já que as consequências de seus esforços podem influenciar (como geralmente influenciam) uma grande parte da sociedade. Nesta perspectiva, o engenheiro moderno precisa pensar além de seu tempo, nos recursos materiais, no pessoal, no funcional, no estético, no econômico, no planejamento, e antes de tudo, no constante treinamento.
A partir do momento em que a formação técnica e humana é formada continuamente, será desenvolvida a habilidade conceitual, que diz respeito ao alinhamento das características individuais ao mundo externo a sua volta.
Habilidades esperadas de um engenheiro
Além de estar em sintonia com os valores e crenças, o engenheiro deve estar atento também às consequências de suas ações, que refletem nas expectativas que a sociedade cria sobre ele, como envolvimentos pró-ativos na comunidade, entendimento de normas e leis. A figura abaixo ilustra essa expectativa.
Engenheiro socialmente responsável
André Rebouças, formado em 1860 em engenharia na Bahia, é um exemplo de engenheiro socialmente responsável. Foi o primeiro a solucionar o problema de falta de água através de mananciais fora da cidade e elaborou a primeira proposta para a criação de uma reserva florestal protegida pela União, o que se tornaria realidade 60 anos depois, com a criação do Parque Nacional do Iguaçu. Isso mostra justamente um exemplo que transcende a questão técnica e econômica, pois para ser um bom profissional/cidadão é preciso antes de mais nada ser humano e entender as necessidades básicas de todos os níveis de conjuntos sociais.
Fontes:
COBENGE 2011
Engenharia verde
Engenharia social
Responsabilidade social na formação do engenheiro
terça-feira, 26 de maio de 2015
Na última semana, do dia 18/05 até o dia 21/05, foi realizado pelo grupo PET Engenharia Civil da Universidade Federal do Paraná, o Ciclo de Palestras sobre Patologia nas Construções: Uma especialidade da Engenharia Civil. Esse ciclo contou com palestrantes de destaque na área de manifestações patológicas na Engenharia Civil e com mais de 200 inscritos dentre eles alunos de graduação (UFPR e outras universidades), professores, profissionais da área, mestrandos etc.


Ciclo de Palestras: Patologia das Construções
Na última semana, do dia 18/05 até o dia 21/05, foi realizado pelo grupo PET Engenharia Civil da Universidade Federal do Paraná, o Ciclo de Palestras sobre Patologia nas Construções: Uma especialidade da Engenharia Civil. Esse ciclo contou com palestrantes de destaque na área de manifestações patológicas na Engenharia Civil e com mais de 200 inscritos dentre eles alunos de graduação (UFPR e outras universidades), professores, profissionais da área, mestrandos etc.
O ciclo
teve duração de 4 dias sendo que no primeiro dia (18/05) tivemos a presença do
Prof. Dr. Marcelo Medeiros, Engenheiro Civil, Mestre e Doutor em Engenharia
de Construção Civil pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou nos trabalhos de Inspeção, Diagnóstico e Projeto
de Recuperação de Obras de arquitetos como Oscar Niemeyer, Villa Nova Artigas,
Fresnedo Siri e Rubens Meister. Sua palestra foi intitulada “Patologia das
Construções: Uma especialidade da Engenharia Civil”, e explanou, de forma muito
didática e visual, alguns dos possíveis tipos de manifestações patológicas que podem
ocorrer em construções, e quais as maneiras de estudá-las.

O
segundo dia contou com um profissional muito conhecido da Engenharia Civil,
Prof. Dr. Paulo Helene, Engenheiro Civil, especialista em “Patología de las Construcciones”,
Instituto Eduardo Torroja, Madri. PhD, pós doc Universidade da Califórnia,
Berkeley. Prof. Titular Universidade de São Paulo, educador, investigador
renomado e respeitado consultor de estruturas de concreto.
Sua palestra “Análise da resistência e segurança de estruturas
existentes”, teve um foco muito técnico de análise da resistência e as
possíveis manifestações patológicas que podem ocorrer devido à falta de
cuidados na hora de preparo do concreto, e as diferenças de resistência de um
concreto de corpo de prova e de um concreto aplicado em obra.

Para o
terceiro dia do Ciclo tivemos a presença do Prof. Dr. Ronaldo Medeiros Júnior, Doutor
em Engenharia de Infraestrutura Aeroportuária pelo Instituto Tecnológico de
Aeronáutica (ITA). Realizou pós-doutorado no ITA, na área de durabilidade de estruturas
de concreto armado. Atua na área de durabilidade de estruturas de concreto
armado, materiais de construção e reciclagem e reaproveitamento de Resíduos da
Construção Civil (RCC). Ministrou a palestra, “Influência das mudanças climáticas na
penetração de cloretos em estruturas de concreto armado”, que teve um foco em
estruturas que ficavam em contato direto com o mar, e devido a isso sofriam
ataques por cloretos. Foi uma palestra muito informativa e de um tema bem
específico.
Para o último dia tivemos a
presença do Prof. Dr. Juarez Hoppe Filho, que é Engenheiro Civil e Mestre em
Engenharia de Construção Civil pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), e Doutor em Engenharia de Construção Civil pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, realiza estágio pós-doutoral no Programa de Pós-Graduação em Engenharia de
Construção Civil da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Sua palestra teve um
viés bem técnico e explanou uma pesquisa que ele está realizando em conjunto
com vários outros profissionais sobre a corrosão no concreto, por agentes
químicos, em estações de tratamento de esgoto. Sua palestra foi intitulada
“Degradação de concreto em Estações de Tratamento de Esgoto (ETE)”.
O
ciclo foi uma oportunidade de expor para a graduação as possibilidades que a
engenharia trás na área de recuperação de estruturas. Hoje a quantidade de
obras com manifestações patológicas em sua estrutura é muito grande, seja por
construção inadequada, falta de projeto, mudança do terreno etc. Dessa forma
essa área se torna muito importante pois leva em conta muitos aspectos
técnicos, executivos, estéticos e sociais.
sexta-feira, 15 de maio de 2015
XIV Ciclo de Seminários - Meio Ambiente e a Engenharia Civil
O PET Engenharia Civil convida
todos à participarem do nosso XIV Ciclo de Seminários, que nos levará a
compreender a importância da sustentabilidade e do meio ambiente na Engenharia
Civil. O Ciclo contará com palestrantes de diversas universidades.
Para o primeiro dia o graduando
da UFPR Brian Troib abrirá a palestra com seu projeto de TCC: ‘Avaliação das
características de sustentabilidade do projeto “Campo de Santana Sul- COHAB
Curitiba"’. No segundo dia trazemos Alex Souza, administrador da Companhia de Saneamento do Paraná - SANEPAR, que nos mostrará a importância do aproveitamento de resíduos
da construção Civil. Explorando as outras áreas da Engenharia Civil, Brunah
Wagner, mestranda em Engenharia Civil na UTFPR fará uma apresentação sobre a
geração do biogás em aterros de resíduos sólidos urbanos. Direto da UNILIVRE,
no quarto dia Raphael Neto traz maneiras de promoção da sustentabilidade em
diferentes setores através da discussão ambiental. Para o fechamento do Ciclo,
a arquiteta e urbanista, Katia Punhagui, professora na UEL, ministrará a
palestra “Construção e Sustentabilidade”, nos levando a aprimorar nossa
consciência ambiental.
Aproveitando as inscrições para o
Ciclo, estamos arrecadando alimentos para doar para Fundação de Ação Social
(FAS), então não deixe de fazer a sua parte! Estaremos recebendo os alimentos
na sala do PET e também em todos os dias das palestras.
As inscrições serão abertas em
breve, mas fiquem atentos quanto a data de abertura das mesmas.
Data de realização: 25 a 29 de
maio
Local: Auditório CESEC
Horário: 12h
quinta-feira, 23 de abril de 2015
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