sábado, 21 de abril de 2012

Local da palestra - Paulo Helene 24/04


A palestra do dia 24/04, terça-feira, a ser proferida pelo prof° dr Paulo Helene, da USP, será realizada no AUDITÓRIO DE ADMINISTRAÇÃO (1° andar) - Centro Politécnico da UFPR.

Pedimos que não se atrasem para o evento, que terá início às 19h15, sob risco de não terem vagas suficientes para todos.

Agradecemos a compreensão.
Att, 

PET Civil UFPR
sexta-feira, 20 de abril de 2012

Feira de Profissões da UFPR lança concurso de cartaz




O ano do centenário da Universidade Federal do Paraná também marca a realização da décima edição da Feira UFPR:  Cursos e Profissões. O edital do concurso que vai selecionar o cartaz do evento já foi lançado. As propostas podem ser enviadas até o dia 11 de maio.
O criador da imagem vencedora receberá um vale-compras no valor de R$3.000,00 para ser utilizado nas Livrarias Curitiba. O cartaz deve ser alusivo ao centenário da UFPR e à 10ª edição da Feira UFPR: Cursos e Profissões. O concurso é aberto a estudantes e profissionais de todo o país e não há limite de trabalhos por participante.
Os trabalhos podem ser entregues pessoalmente até o dia 11 de maio, de segunda a sexta-feira, das 9 às 12h e das 14 às 18h, na Assessoria de Comunicação Social e Marketing da UFPR, Rua Dr. Faivre, 405, 2º andar, Edifício D. Pedro II, Centro, Curitiba ─ PR, ou enviadas pelos Correios, com data de postagem protocolada até o dia 11 de maio.
Feira UFPR: Cursos e Profissões

A 10ª Feira UFPR: Cursos e Profissões será realizada de 17 a 19 de agosto, no Setor de Educação Profissional e Tecnológica da UFPR, em Curitiba. O evento é uma “vitrine” para aqueles estudantes que pretendem ingressar na universidade conheçam os cursos oferecidos, a infraestrutura da instituição, novidades sobre o processo seletivo, entre outros aspectos do Ensino Superior. Todos os cursos da UFPR terão estandes próprios, nos quais estudantes e professores atenderão os visitantes, fornecendo informações.

Em 2011, a Feira recebeu um público de 55 mil pessoas.

Informações, edital completo do concurso e fotos da Feira de 2011 em Feira de Cursos e Profissões UFPR 2012.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Desafio Intermodal - Engenharia de Tráfego

Saída do Centro Politécnico, no prédio de ADM

Nesta segunda-feira (16/04), os alunos da disciplina optativa de Engenharia de Tráfego, orientados pela professora Márcia de Andrade Pereira - Departamento de Transportes -, realizaram o Desafio Intermodal. O projeto é uma adaptação do desafio realizado em diversas capitais e metrópoles, como o que vem sendo realizado em Curitiba desde 2007, com diferentes resultados.

O Desafio Intermodal tem como um dos responsáveis pela sua realização o coordenador do projeto Ciclovida, José Carlos Assunção Belotto, do Núcleo de Psicologia do Trânsito da UFPR. Medir gasto de tempo, calorias, custo financeiro e emissão de poluentes, além de avaliar os quesitos de conforto e segurança, são alguns dos objetivos do projeto. Além disso, visa propor soluções para o problema de trânsito engarrafado de diversas cidades no Brasil e no mundo. Dentre os vários desafios já realizados, a bicicleta geralmente "vence" no quesito maior agilidade e menor custo.

Praça do expedicionário
Para a disciplina de Engenharia de Tráfego, a professora Márcia, junto com os alunos do PET Civil, propôs que o trajeto realizado fosse:

Partida - Prédio de Administração do Centro Politécnico, UFPR

Ponto intermediário - Praça do Expedicionário, centro

Ponto final - Praça das Nações, entre o Alto da XV e Cristo Rei.



Praça do expedicionário

Ao final do desafio, na Praça das Nações, os estudantes - que se dividiram entre os modais carro, ônibus, ônibus + a pé, bicicleta, moto, táxi, corredor e a pé - responderam um questionário para avaliarem as condições do trajeto, como via, trânsito e segurança. Além disso, foram tiradas fotos para registrar a passagem e o tempo de cada participante em cada ponto. Após serem computadas as avaliações de cada modal, a professora elaborará um relatório.

Confira as fotos no facebook do PET.
quinta-feira, 12 de abril de 2012

Norma que regulamenta parede de concreto moldada in-loco deve aquecer mercado




A aprovação da norma que regulamenta a parede de concreto em edificações, anunciada no último dia 29 de fevereiro, deve aquecer o mercado da construção civil. Elaborada pela Comissão de Estudo de Parede de Concreto (CE-02:123.05) do Comitê Brasileiro de Construção Civil (ABNT/CB-02), a norma tem como objetivo facilitar a utilização dessa tecnologia e aborda requisitos gerais para qualidade da parede, critérios de projeto, propriedade de materiais, limites para dimensões, deslocamentos e aberturas de fissuras, análise estrutural, dimensionamento e os procedimentos para a fabricação da parede.

De acordo com Edenilson Rivabene, gerente de planejamento da Metro Modular, a falta de uma norma que regulamentasse o uso do concreto diminuía consideravelmente o potencial deste mercado. “As paredes de concreto são resistentes tanto quantos as de tijolo, e o seu uso reduz o tempo de execução e os custos da obra. Por isso a norma torna-se um divisor de águas para o setor”, comenta.


A existência da norma abre o mercado de construção de casas e edifícios com paredes de concreto, antes restrito a um pequeno número de construtoras. “Antes da aprovação, havia uma série de exigências que tornavam este tipo de construção mais cara. As construtoras tinham que obter um Documento de Avaliação Técnica (DATEC), um processo demorado que, muitas vezes, inviabilizava o uso deste sistema pelas construtoras”, comenta Rivabene.

Para a Metro Modular, especializada na fabricação de formas plásticas para paredes de concreto, a expectativa é de aumento nos negócios. “Grande parte das nossas negociações esbarravam na falta de uma norma que regulamentasse este sistema. Agora, com um maior número de construtoras utilizando este sistema, nossa expectativa é de crescimento”, finaliza.

Ele explica que a norma se aplica somente às paredes submetidas à carga axial, com ou sem flexão, que são concretadas com todos os elementos que farão parte da construção final (detalhes de fachada, armaduras distribuídas e localizadas e instalações elétricas e hidráulicas). Outro ponto destacado pelo gerente da Metro Modular é que, além de ampliar o mercado, a norma traz mais segurança às construções deste tipo. "O uso do sistema vai ser mais explorado, mas de forma controlada, garantindo a segurança das edificações", afirma.

Por fim, ele considera que as construtoras que utilizarem deste sistema estarão à frente das outras. “Elas serão mais competitivas, uma vez que o sistema proporciona velocidade na execução da obra e redução de custos, o que pode acabar refletindo positivamente no bolso do consumidor final”, finaliza Rivabene.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pedestres de Nova York ganham alternativa a avenidas movimentadas

Travessias que permeiam quarteirões no coração de Manhattan são nova proposta para melhorar segurança na cidade


Pedestres caminham em passagem entre as ruas 51 e 57, e entre as
avenidas Sexta e Sétima, em Nova York (27/03)

Primeiro foram as ciclovias que tomaram conta da paisagem urbana de Nova York. Depois vieram os calçadões para pedestres, brotando do concreto em locais como Times Square e Union Square para minimizar o insuportável tráfego da região.
Nos próximos meses, os nova-iorquinos poderão testar a última intervenção do governo Bloomberg: placas de "pare" no meio de avenidas centrais, lombadas para redução da velocidade e travessias para pedestres que permearão seis quarteirões localizados no coração de Manhattan, forjando o que alguns têm chamado de “Avenida Sexta e Meia”.
O Departamento de Transporte planeja ligar as praças públicas e galerias que vão das ruas 51 a 57, entre as Avenidas Sexta e Sétima, criando uma passagem que permeará espaços abertos entre prédios de escritórios e oferecerá refúgio do tumulto das principais artérias da cidade.
Apesar de passagens para pedestres existirem em outros lugares na cidade, principalmente perto do Rockfeller Center, o trecho proposto se tornará a única via deste tipo na região conhecida como Midtown e governada por algo mais frequentemente encontrado fora de Manhattan: a placa de "pare".
Durante anos, a passagem, ligada por uma série de espaços públicos de propriedade privada, tem sido um segredo dos habitantes da área, apresentando talvez a mais tentadora oportunidade de caminhar pelas ruas desta cidade. Os moradores podem almoçar um belo lombo no restaurante The Capital Grille, na Rua 51, assistir a um filme no Teatro Ziegfeld três quarteirões depois e terminar a noite com drinques na Rua 57 no famoso Russian Tea Room, tudo isso sem nunca pôr os pés em uma avenida.
"Muita gente não sabe que estes lugares existem, escondidos no interior dos edifícios", disse Janette Sadik-Khan, a comissária de transportes da cidade. "Este é um tipo de rota para pedestres que é mantido em segredo, mas que pode ajudar muita gente.”
Para os críticos, a proposta representa a mais recente de uma série de políticas que prejudicam os motoristas ao favorecer os pedestres. Placas de "pare", segundo eles, só vão agravar o congestionamento em toda Manhattan.
quarta-feira, 4 de abril de 2012

Conferência de Energia Eólica do Brasil – Dez Itaipus ao vento

Durante a Conferência de Energia Eólica do Brasil,
o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)
revela o potencial inaproveitado do País no setor. 

A energia eólica é uma fonte de energia renovável com um potencial ainda pouco aproveitado no mundo e – sobretudo no Brasil. Atualmente, representa apenas 0,4% da matriz energética brasileira, mas estima-se que seu potencial seja de, no mínimo, 143GW. Isso equivale à produção de dez usinas de Itapu somadas.
“Esse dado é o piso e acreditamos estar subestimado. Os 143GW foram estimados com medições de ventos a 50 metros de altura, mas hoje já temos medições de operar com equipamentos que trabalham a 100 metros de altura”, afirma Mauricio Tolmasquim, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
Em 2005, o Brasil produzia 28MW, com 10 usinas. “Estávamos praticamente do zero até os leilões de 2009 e agora estimamos produzir 7 mil MW até 2014”.
Segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), hoje o País produz 1.471 MW, possui usinas em construção que fornecerão 1.200 MW e possui um potencial de 6.000 MW em contratos.
Para Tolmasquim, o Brasil tem uma grande vantagem em relação aos outros países devido ao fato de sua matriz energética predominante ser a hidrelétrica (91%).
“Descobrimos que o ciclo da água é complementar ao ciclo dos ventos. Ou seja, quando está ventando mais é quando menos temos volume de água”, diz.
Com isso, a energia eólica pode funcionar como uma bateria da hidrelétrica. “Quando venta, a hidrelétrica para de gerar energia e acumula água e vice-versa. Assim, usamos duas grandes fontes renováveis que se complementam”, completa.
Além disso, a energia eólica é, depois da hídrica, a de menor custo. E entre as fontes alternativas, é a que tem o menor preço.
segunda-feira, 26 de março de 2012

Israelenses criam tratamento de água de baixo custo


Dois alunos israelenses, Avishai Katko e Maya Braun, do ensino médio da Sharett High School, na cidade de Netanya, desenvolveram uma estação de tratamento de água de baixo custo.
Para isso, o sistema expõe a água poluída à luz ultravioleta dos raios solares para limpar e filtrar o abastecimento de água com auxílio de energias renováveis. Assim, ela fica adequada para o consumo.
Katko e Braun dizem que o dispositivo poderia ser usado em qualquer casa, por qualquer pessoa, se fosse comercializado. O tratamento de água israelense é modular, móvel e adequado para ser usado em locais com escassez de água potável, mas que tenham luz solar abundante durante boa parte do ano, já que depende dos raios solares.
Trata-se de um passo importante porque, atualmente, a maior parte da água de Israel é tratada em usinas de dessalinização. Se esse novo sistema for comercializado, fará com que os cidadãos consigam colher e tratar a própria água que consumir sem gastar muito dinheiro e com maior autonomia.
O projeto foi apresentado no Fórum Mundial da Água, que aconteceu na França. Além disso, o sistema ganhou o Intel-Israel 15th Annual Young Scientists Competition. A competição ocorreu no Museu de Ciência Bloomfield de Jerusalém. Já a cerimônia de premiação foi feita no Knesset. Os dois estudantes vão receber uma bolsa de estudo universitária no valor de três mil dólares. Além disso, vão representar Israel na competição mundial em Pittsburgh, Pensilvânia, no final deste ano.


Debatendo a Engenharia: SENGE, mercado de trabalho e atuação sindical



Na quinta-feira, 22 de março, houve um debate com o presidente do SENGE (Sindicato dos Engenheiros do Paraná), Ulisses Kaniak.

O palestrante iniciou com uma explicação sobre o Sindicato junto a um breve resgate histórico. Além disso, mostrou a importância do SENGE no Brasil e a falta de atuação do mesmo em alguns municípios paranaenses, como Ponta Grossa e Guarapuava.

Logo após, Kaniak mostrou-se decepcionado diante da pouca atuação dos estudantes frente a alguns eventos, comparando a outras épocas que o país passou. Em contrapartida, elogiou um projeto realizado pelo SENGE junto a alunos da graduação de engenharia civil no qual era realizado assentamento de casas rurais.

Dentre outros assuntos abordados, citou as altas tarifas de energia cobradas no Brasil e comentou a criação do CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo) e a saída dos profissionais de arquitetura do CREA, que passou a ser Conselho Regional de Engenharia e Agronomia. 

Comentou-se, ainda, durante a palestra, a "falta de engenheiros" no país: segundo o palestrante, a maior falta se dá em alguns setores, como engenharia naval e engenharia de mineração, sendo que a maior oferta de profissionais engenheiros no mercado, abaixaria o piso salarial dos mesmos. 

"Na evolução histórica, houve uma substituição natural por nível de escolaridade maior. Somos operários com escolaridade". O palestrante encerrou comparando a atuação da juventude nos EUA, Europa e Oriente Médio.

A palestra, que durou cerca de duas horas, foi finalizada com debate aberto aos presentes, cuja maioria era de estudantes de Engenharia Civil. Foi questionado sobre o número de engenheiros da COPEL e o ajuste salarial dos mesmos. Noutro ponto, foi explanado o registro de engenheiros em outros cargos, a fim de não ser pago o piso salarial para os mesmos, aumentando o lucro dos contratantes. 

Os participantes poderão retirar o certificado de horas formativas na sala do PET, no CESEC, a partir desta semana.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Gestão visual inteligente na sua empresa

Utilizado em linhas de produção ou
locais de grande circulação de pessoas
 


A Gestão visual ou padronização de cores em uma linha de produção auxilia tanto na organização, produtividade como também na segurança deste local utilizado. 

Abaixo alguns exemplos que você poderá utilizar sinalizando caixas ou demarcando locais de circulação de pessoas e agindo diretamente na padronização do layout do local.

Lembrando que o modelo abaixo é apenas um exemplo, pois fica a critério da empresa padronizar seu local conforme algumas NR´s (Normas de Segurança) ou padrões, podendo, neste caso, modelar o local com fitas adesivas, tinta ou outro material encontrado. 




terça-feira, 20 de março de 2012

Ponte projetada por Santiago Calatrava tem mastro em arco de 122 m de altura

Margaret Hunt Hill Bridge integra um plano de revitalização para Dallas, nos Estados Unidos, e deve se tornar um dos principais pontos turísticos da cidade



Arco metálico de 122 m de altura sustenta estais 

No primeiro final de semana de março foi inaugurada a Margaret Hunt Hill Bridge, em Dallas, Estados Unidos, projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava. Primeira ponte veicular do arquiteto no país, a construção estaiada conta com um mastro em forma de arco com 122 m de altura, de onde saem os 58 estais responsáveis pela sustentação da ponte. 

Os estais estão direcionados ao meio, dividindo as duas pistas, tendo sido instalados de forma a criar a ilusão de que estão entrelaçados. Juntos, os estais somam aproximadamente 8 km. Com a utilização do sistema estaiado, foi possível criar um vão de 365 m de largura sobre o Rio Trinity.
O mastro central foi feito todo em aço, pesando cerca de 1.400 t. Já o arco é composto por 25 partes diferentes, instaladas com um guindaste especial.

Ao todo, a ponte tem 570 m de comprimento. Com seis faixas de rolamento - três em cada direção -, a ponte deverá ser cruzada por aproximadamente 42 mil veículos diariamente, reduzindo o trânsito na região. Noventa vigas sustentam a estrutura da pista.

As obras foram iniciadas pela Williams Brothers em junho de 2007, com investimento de aproximadamente US$ 119,7 milhões. A ponte foi projetada de modo a se tornar um dos principais destaques da cidade. Para isso, a estrutura deve ser iluminada por 200 lâmpadas, para atrair a atenção para o monumento arquitetônico.

A Margaret Hunt Hill Bridge faz parte de um projeto de revitalização do entorno do Rio Trinity, com a instalação de áreas de recreação, trilhas e quadras poliesportivas. A Continental Avenue Bridge, próxima à construção assinada por Calatrava, será transformada em uma ponte exclusiva para pedestres.