terça-feira, 15 de dezembro de 2015

As melhores estruturas de madeira

Anualmente, os Prêmios da Madeira distinguem, no Reino Unido, as melhores estruturas construídas usando madeira. Em 2015, mesmo com a forte concorrência de grandes obras como a Estação de Canary Wharf, a distinção máxima foi para um pequeno edifício lacustre localizado em Hampshire.
Confira as imagens das mais belas estruturas de madeira!

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015
Construção lacustre com maior distinção dentre as mais belas estruturas de madeira do Reino Unido

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015


Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015

Imagem do dia: As melhores estruturas de madeira 2015



Confira mais clicando AQUI.




segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Primeiro do Brasil x Primeiro do Mundo

Curitiba sempre foi considerada uma cidade ícone no Brasil, seja por sua limpeza, pela grande área verde ou até mesmo pela organização, ela sempre foi vista como destaque. Todavia, o que mais chama atenção na capital ecológica não é nenhum dos itens citados, e sim o seu sistema de transporte público, dito por muitos como o melhor do país.

Invejados por aqueles que vêm de outras cidades e criticados por quem lá vive, os ônibus de Curitiba são polêmicos. Para entender se o transporte coletivo da capital paranaense deixa desejar, como apontam alguns curitibanos, ou se é realmente eficiente, basta analisar o panorama geral do transporte público Brasil afora, bem como compreender o sistema de transporte urbano da própria cidade. 

Outrora ditos como inovadores, os ônibus biarticulados e as estações tubo, implantados em 1974, já caíram em normalidade. Para quem vive em Curitiba, não há nada de inovador em um sistema mal administrado, com praticamente apenas um modal e um monopólio nas mãos da URBS (empresa responsável pelos ônibus), que se sustenta na propaganda de melhor transporte público de um país que possui um dos piores sistemas de transporte urbano do mundo. O que se observa na capital paranaense é o mesmo que no resto do Brasil: coletivos superlotados, com péssima segurança, de frequência instável, e, acima de tudo, lentos.


Mobilidade

Como, então, Curitiba é tão bem falada quando o assunto é transporte?

A resposta é simples. Quem vem de fora raramente fica tempo o suficiente na cidade para sentir o trauma que é embarcar em um Inter 2 – uma das principais linhas da cidade – ou em qualquer outra linha, em horário de pico. Outro motivo, é a RIT. A Rede Integrada de Transporte Coletivo permite ao usuário a utilização de mais de uma linha de ônibus com o pagamento de apenas uma tarifa, fator que, convenhamos, é de imensa utilidade econômica.

De modo geral, podemos concluir que o sistema de transporte público de Curitiba não é bom, e sim menos pior comparativamente aos demais sistemas no Brasil.
Agora, a grande questão é: O que os demais países, com transporte público eficiente, possuem, que Curitiba não possui?
Para responder a essa pergunta, façamos uma análise comparativa do melhor transporte urbano do Brasil, representado pela própria Curitiba, com o melhor do mundo, o transporte público de Tóquio.

São inúmeras as diferenças existentes entre o coletivo das duas capitais. Podem ser citados como fatores externos que contribuem para bom desempenho do sistema de transporte de Tóquio a segurança, a acessibilidade e até mesmo a educação, no entanto, no que diz respeito ao transporte em si, há dois motivos fundamentais que favorecem à cidade japonesa:

1. A presença de vários modais;

2. Há várias empresas de transporte público na cidade e, portanto, competitividade.



No que diz respeito ao item 1, há um abismo separando as duas cidades. Enquanto o coletivo japonês gira em torno dos modais ferroviário e metroviário - bicicletas, carros e ônibus têm função de meros alimentadores - Curitiba depende única e exclusivamente do transporte rodoviário. A deficiência da representante brasileira é clara, afinal, pouco adianta investir bilhões em ônibus modernos e terminais, ou em projetos falhos de metro, sendo que eles não dão conta de atender a demanda da cidade de forma adequada.

O ponto 2 diz respeito mais às questões econômicas do que de transporte, porém é nítida sua importância. A ausência de competitividade que a URBS detém em Curitiba é refletida na realidade do transporte público, observa-se um transporte acomodado, com funcionários insatisfeitos e carente de alternativas. Nesse quesito, em contrapartida, Tóquio está muito à frente. A existência de várias empresas administrando parte do transporte coletivo garante facilidades incríveis, dificilmente vistas no Brasil. Exemplos de tais utilidades são rotas alternativas nas mesmas linhas, preços divergentes e valores de tarifa proporcionais à distância percorrida que, no caso dos ônibus, funciona mais ou menos assim: A partir de um painel (eletrônico ou não), na parte da frente do ônibus, o passageiro calcula o valor do percurso conforme o ponto de chegada. O pagamento deve ser feito com a quantia exata de dinheiro. Caso seja necessário, há uma máquina de troco ao lado do motorista.


Por fim, analisando de vários pontos de vista, o transporte urbano de Tóquio é muito mais eficiente, completo e complexo do que o sistema empregado em Curitiba, e por consequência, do que as demais cidades brasileiras.

De modo geral, ao contrário do que é dito país afora, é lamentável o atual quadro do transporte público de Curitiba, contudo não é uma realidade irreversível. É difícil? Sim, e muito. Mas não impossível. Basta que seja percebida por governos e administradores a importância do transporte coletivo para o desenvolvimento local, buscando conciliar medidas de conscientização da população, incentivando-a a utilizar o transporte público, através projetos ousados, inovadores e verdadeiramente eficazes de engenharia e arquitetura que tragam novamente para a capital paranaense o título de referência mundial quando o assunto é transporte público de excelência.





Fontes :
http://www.jica.go.jp/; Mobilidade; http://www.portalnikkei.com.br/; http://www.skyscrapercity.com/

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Inspeções no Centro Politécnico

No ano de 2015, em parceria com a Superintendência de Infraestrutura da UFPR, o PET Engenharia Civil vem realizando um estudo de caso de uma edificação abandonada no Centro Politécnico destinada ao curso de Educação Física. O projeto já foi apresentado em diversos eventos, tais como o XX ENAPET, em Belém (PA), o 14º ENAF e o 57º IBRACON em Bonito (MS).
Nas últimas semanas, os membros do PET Civil, com o auxílio dos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Construção Civil e do professor Marcelo Medeiros, orientador do projeto e tutor do grupo, vêm realizando uma série de ensaios na edificação a fim de elaborar o relatório de análise da viabilidade da retomada das obras.
Os ensaios realizados foram: esclerometria, para avaliação da resistência superficial do concreto; carbonatação com fenolftaleína; potencial de corrosão e resistividade elétrica. Todos estes permitirão a avaliação do estado de degradação da obra após os 6 anos em que esta encontra-se parada.

Conheça mais sobre o projeto clicando aqui.






















O PET agradece aos (às) mestrandos (as) Diego Jesus de Souza, Giovana Costa Réus e Ana Paula Brandão por todo o apoio nestas atividades. 
Fique atento a mais novidades e oportunidades sobre o projeto! 

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Atividades de Novembro

Confira as atividades realizadas pelo PET Engenharia Civil em novembro de 2015! No último mês, tivemos o encerramento da Competição de Pontes de Papel V, as últimas atividades do Circuito de Empreendedorismo e a chegada dos tão esperados Kit Mola Model à UFPR.
Relembre um pouco destes eventos!


Competição de Pontes de Papel V


Um dos projetos mais esperados do ano, a 5ª edição da Competição chegou ao fim no dia 06/11 com o rompimento dos modelos de pontes produzidos pelas equipes participantes. A expectativa era grande e as pontes não decepcionaram!
Confira a classificação das equipes e as fotos do evento. Parabéns a todos os participantes!

















Circuito de Empreendedorismo


Empreender faz parte da vida do Engenheiro. Realizar coisas novas, ser um propulsor e realizador de atividades do seu tempo. Esse foi o espírito que levou o PET Engenharia Civil a realizar, durante todo o ano, diversas palestras e workshops voltados à área do empreendedorismo e da identificação de oportunidades. Agradecemos a todos aqueles que participaram e deram seu esforço para contribuir com este evento: professores, alunos e palestrantes. É nessa dedicação que o verdadeiro empreender consiste.









Kits Mola na UFPR


Há um ano, o curso de Engenharia Civil da UFPR criou um novo marco em sua centenária história: com a contribuição de professores e alunos, foram adquiridos 10 Mola Structural Kits. O Mola é um modelo físico interativo que simula o comportamento de estruturas. Com ele, é possível montar diversas configurações estruturais e, com a aplicação de cargas, verificar as deformações e deslocamentos além do comportamento das ligações.
Os kits chegaram no dia 20/11 e foram lançados na palestra ministrada pelo arquiteto Márcio Sequeira, o criador do projeto. Esta foi a oportunidade de os alunos conhecerem mais sobre todo o processo de criação dos modelos e da melhor utilização destes. No mesmo dia, os professores da área de Estruturas do Departamento de Construção Civil da UFPR tiveram a oportunidade única de participar de um workshop de utilização dos equipamentos com a pessoa que os criou.
Esta foi a demonstração da força do nosso curso e do impacto de nossas ações conjuntas. Aguarde! Logo os Kits Mola estarão disponíveis para ser utilizados por todos os alunos.











quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Ponte de Papel sem Cola

A Competição de Pontes de Papel é um dos projetos mais tradicionais do grupo PET Engenharia Civil da UFPR. O evento pretende simular uma situação real em que os alunos dimensionam uma ponte treliçada e constroem um modelo reduzido feito de papel, que é colocado a prova no dia do rompimento. A competição também se torna interessante devido o material que as pontes são feitas, já que o papel é um material pouco resistente e extremamente comum.



Seria inimaginável ver uma ponte na vida real que fosse realmente feita de papel. Porém o artista Steve Messam não se intimidou e construiu uma ponte de papel, e o mais impressionante, sem usar cola!

O projeto foi executado no “Lake District National Park”, localizado no distrito de Cumbria, na Inglaterra. O desenvolvimento de toda a ponte demorou um total de 4 anos, desde o planejamento até a sua montagem. Na parte inicial foram feitos modelos de diversas escalas para que fossem realizados testes na estrutura, como ela se comportaria quando submetida ao peso dos pedestres e as ações do clima. Depois de concluídos os testes era hora de colocar o plano em prática. Primeiramente foram montados os gabiões (as gaiolas preenchidas com pedras) nas extremidades da ponte para suportar o papel, depois disso foi instalado um molde para suportar as folhas de papel enquanto o arco não estava completo, pois a estrutura ainda estaria instável. Então começaram e se colocar as 20,000 folhas de papel sobre o molde, colocadas em blocos de 1,000 folhas cada.


Assim que o arco ficou completo a forma foi retirada a forma de madeira e a estrutura ficou estável. O fenômeno que permite essa ponte de assumir essa configuração é a compressão entre os papéis, já que a ponte foi feita em formato de arco. As forças, tanto do peso próprio quanto das pessoas e animais, é transmitido entre as folhas de papel até os gabiões, e deles para o solo. 

O papel foi fabricado pela James Cropper, empresa especialista na confecção de papéis especiais. As folhas foram feitas para não soltar seu pigmento ou se despedaçarem no caso de chuva, tanto para que a ponte não colapsasse, e também para ao poluir o riacho.

A obra de arte ficou exposta para o público durante as datas de 8 e 18 de Maio. Após isso a ponte foi desmontada. O papel usado foi devolvido a James Cropper para que fosse reciclado e as pedras foram distribuídas ao longo do leito do rio, de onde foram retiradas.

Você pode aprender mais sobre a Ponte de Papel no video:









Fonte: http://www.stevemessam.co.uk/paperbridge/