segunda-feira, 30 de março de 2015

Atividades do PET em Abril



O grupo PET Civil traz novidades para o mês de abril! Além de palestras, teremos novas oportunidades para vocês! 
  • Participação em nossos projetos: Revitalização dos Lagos do Passeio Público e Inspeção e Análise de Manifestações Patológicas;
  • Visita Técnica: Porto de Paranaguá;
  • Circuito de Palestras Empreendedorismo;
  • Palestra: Ferramentas de Planejamento e Técnicas Construtivas do MON.

segunda-feira, 23 de março de 2015

II ConPET Civil - 2015




  No encontro nacional dos grupos PET, ENAPET, de 2013, em Recife, surgiu uma ideia inovadora: um congresso nacional de todos os PETs Civil do Brasil, com palestras e oficinas ligadas à área de atuação e discussões acerca da política do programa. O assim chamado ConPET teve sua primeira edição em Juiz de fora - MG, e reuniu mais de 40 petianos, incluindo os da UFPR, no ano de 2014.
  Em março de 2015, a segunda edição aconteceu em Maringá e o PET Civil da UFPR marcou presença.
terça-feira, 17 de março de 2015

Dos and Don'ts para o empreendedor Engenheiro


 



Todos os anos, 32 mil pessoas recebem seu diploma de engenharia e se vêem diante de um mundo de oportunidades. Dentre estas oportunidades, o empreendimento próprio é certamente uma muito atraente. Quem não quer ter seu próprio negócio e ser seu próprio patrão? Mas será que isso é tão fácil quanto parece? Uma boa ideia é o bastante? Conheça os maiores erros e acertos daqueles que tentaram.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Estão abertas as inscrições para Processo Seletivo do PET!


    Você tem vontade de fazer mais pela universidade? Tem vontade de ir além das salas de aula? Quer fazer a diferença para a sociedade e ter sua formação ampliada? Seja PET!
 
   O grupo PET Civil tem 32 anos e foi o primeiro grupo PET da instituição. Desde sua fundação, tem sido um expoente no curso de Engenharia Civil. Realiza atividades voltadas para a graduação de engenharia civil e para a comunidade externa através da tríade: ensino, pesquisa e extensão.

  Está interessado? Consulte o edital do Processo Seletivo e ai vão algumas informações básicas para se tornar um petiano:

  Para se inscrever no processo seletivo você deve apresentar a ficha de inscrição preenchida, seu currículo, seu histórico escolar com IRA (se você já tiver IRA) e uma carta de apresentação.

  Fichas de inscrição podem ser retiradas na sala do PET Civil ou impressas através deste link.

  O currículo do candidato é um currículo comum, deverá ser um apanhado de suas experiencias até hoje. Não há necessidade de ser extenso ou rebuscado. 

  O histórico escolar poderá ser retirado na coordenação sem custo algum. Basta ir lá, dar um "bom dia" para a Sueli e pedir-lhe uma cópia. Ou, mais fácil ainda, você tem acesso ao seu histórico através do Portal do Aluno.

  A carta de apresentação pode causar alguma dúvida, mas é bem simples. Você pode colocar experiencias, inspirações, aspirações, sua motivação para entrar no PET e o que mais julgar interessante.

  Entregue os documentos até dia 20/03. Se prepare! Dia 23/03 inicia o Processo Seletivo.

  Durante uma semana e meia, todos os candidatos conviverão no ambiente do PET, como petianos. Participarão, também, de dinâmicas e auxiliarão o grupo em suas atividades cotidianas.

  O processo se estenderá até o dia 02/04, e o resultado será divulgado a partir do dia 13/04.

  Para quaisquer outras dúvidas, entre em contato conosco pelas redes sociais ou na Sala do PET. Se está em duvida quanto a se inscrever ou não, converse conosco! 

  Inscreva-se. Seja Ensino, Pesquisa e Extensão. Seja PET Civil.





terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Rodovias Urbanas são melhores depois de destruídas

Seul transformou uma rodovia urbana em parque. No Rio de Janeiro, o antigo elevado virou rua pedestrianizada. (Foto: Emiliy Orpin/Flickr)
Onde havia um riacho, surgiu uma estrada, que renasceu como parque urbano e ressuscitou toda a área central da cidade. É mais ou menos assim a história de Cheonggye Stream, exemplo mundial em planejamento verde e parada obrigatória de turistas que visitam a capital sul-coreana.
Em meados dos anos 60, o governo de Seul construiu uma rodovia elevada urbana sobre o córrego Cheonggyecheon, um curso d’água natural que foi se degradando aos poucos por intervenções humanas e que enfrentou graves problemas de saneamento. Com a rodovia, veio a desvalorização que afastou, ao longo de uma década, 40 mil residentes e 80 mil empregos. Mais que isso, a própria infraestrutura corria risco de não suportar o tráfego em decorrência da umidade gerada pelo rio sobre onde foi erguida.
O espaço era tomado pelos carros. Hoje é das pessoas, que têm, a qualquer dia e hora, de graça a seu dispor, um dos parques urbanos mais interessantes do mundo. Vibrante, cheio de vida, atraente e para pessoas!
O mais bacana é que os benefícios de um espaço público que foi tão bem planejado se estenderam a toda região: os imóveis foram supervalorizados, as poluições sonora e do ar reduziram, as espécies de plantas e animais cresceram, a qualidade da água melhorou, o efeito da ilha de calor reduziu 8ºC e o transporte coletivo ficou 13,4% mais acessível.
Em apenas dois anos, 56 milhões de pessoas haviam visitado o parque. O Cheonggye Stream foi uma promessa de governo do então prefeito, Lee Myung-bak. Ele virou presidente da Coreia do Sul. E deixou os 5,8 km de parque urbano como um grande legado à cidade e um lembrete às lideranças de todo o mundo que a força política de um gestor municipal transforma as cidades de forma profunda – nesse caso, para o bem.
O estudo de caso de Seul e de outras cidades que derrubaram suas rodovias urbanas é trazido pela publicação “Morte e Vida das Rodovias Urbanas”, da EMBARQ Brasil (produtora deste blog) e do ITDP Brasil.


#RioSemPerimetral


Uma rodovia urbana tem o papel claro de transportar a longas distâncias e em alta velocidade. Por isso, quando instalada de forma equívoca, em vez de desafogar o trânsito geram efeito contrário e degradam seus entornos.

Na foto abaixo, o antigo Elevado da Perimetral em fase de demolimento. Acima, a transformação completa da paisagem e da qualidade de vida da região. (Fotos: Cidade Olímpica/Divulgação)

Numa situação semelhante à de Seul, o Rio de Janeiro enfrentou os efeitos negativos do Elevado da Perimetral e, após estudar bem o caso, a prefeitura resolveu acabar com ele. A derrubada foi concluída no meio do ano passado e hoje as pessoas ganharam uma via pedestrianizada e o patrimônio histórico foi recuperado. Por trás da rodovia, se escondia uma cidade mais bonita e mais convidativa.
A decisão também foi ao encontro das operações do Porto Maravilha, uma iniciativa para recuperar as regiões portuária e central, incluindo medidas de requalificação do sistema viário e da mobilidade urbana.
Os efeitos da derrubada de uma rodovia urbana transcendem questões estéticas, mas são fundamentais para a recuperação econômica, revitalização urbana, qualidade de vida, mobilidade urbana e meio ambiente.
No vídeo, assista à transformação da perimetral:

Fonte: The City Fix Brasil
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

As 5 cidades com melhor transporte público


O Inhabitat, blog ligado ao Boston Architectural College, fez uma lista com as cinco cidades que mais se destacam quando o assunto é transporte coletivo de qualidade. O ranking utilizou como critérios o conforto, conveniência, eficiência, limpeza, rapidez e facilidade de utilização dos serviços. Confira a lista, reproduzida pelo site The City Fix Brasil.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Tecnologia reutiliza 95% da água desperdiçada no banho

Muitas cidades no Brasil estão enfrentando uma grave crise hídrica. Por isso, a economia de cada gota de água é essencial. Um método inovador pode nos ajudar a diminuir o consumo: chama-se Gris e funciona como um coletor de água que fica embaixo do chuveiro.



A tecnologia é composta por quatro células interligadas que se inclinam suavemente para o centro. A água desperdiçada fica concentrada nessas células, que capta até 10 litros do líquido. Quando necessário, basta utilizar essa água para outro uso, como lavar um banheiro ou irrigar plantas.

Segundo o criador do projeto, Alberto Vasquez, do Igen Design, as células coletam cerca de 95% da água desperdiçada no banho. Vasquez diz que está procurando financiamento para trazer o produto ao mercado. Ele estima que o Gris custará entre R$ 60 e R$ 80.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

As obras rivais da Muralha da China


O plano aqui parece inverossímil —um túnel de US$ 36 bilhões (R$ 93,6 bilhões) , com o dobro do tamanho do que atravessa o canal da Mancha, enterrado nas profundezas de uma região sismicamente ativa da Ásia.
Seria o maior túnel subaquático do mundo, criando uma ligação ferroviária entre duas cidades portuárias do norte. Em toda a China, estão em andamento vários projetos tão ambiciosos quanto esse, todos na casa dos bilhões de dólares.
A maior ponte do mundo. O maior aeroporto. O gasoduto mais longo. Uma iniciativa de US$ 80 bilhões (R$ 208 bilhões) para transpor água do sul para o norte, num percurso de 2.400 quilômetros.
Projetos enormes são uma tradição chinesa. Da Grande Muralha à Barragem das Três Gargantas, esta nação há séculos usa colossais projetos de obras públicas para ostentar suas proezas de engenharia e projetar o seu poder econômico.
Agora, num momento em que se duvida da continuidade de um boom econômico iniciado há 30 anos, os chineses agem com ímpeto cada vez maior na criação de grandes infraestruturas.
A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma aprovou recentemente quase US$ 115 bilhões (R$ 299 bilhões) para 21 projetos, incluindo novos aeroportos e trens de alta velocidade.
“A China sempre teve história de megaprojetos”, disse Huang Yukon, economista do Fundo Carnegie para a Paz Internacional. “É parte do sangue, a cultura e da natureza da sociedade.”
Mas esses projetos contradizem o compromisso de Pequim de reduzir sua dependência em relação aos investimentos estatais para promover o crescimento. E alguns economistas temem que o país venha a mergulhar numa enorme dívida.
De acordo com o Departamento Nacional de Auditoria da China, só a dívida dos governos locais estava em 2013 em torno de US$ 3,1 trilhões (R$ 8,1 trilhões), um terço do PIB chinês.
“As pessoas devem se preocupar, porque pouquíssimos desses grandes projetos geram caixa”, disse Victor Shih, da Universidade da Califórnia.
Xangai, uma metrópole de 25 milhões de habitantes, é considerada um modelo. A cidade é sustentada por uma malha de infraestrutura gigante —enormes aeroportos, linhas de metrô, sistemas de esgotos e usinas elétricas.

                                                         Shanghai Tower, que será o segundo edifício mais alto do mundo
No centro financeiro, operários estão concluindo a Shanghai Tower, um arranha-céu de US$ 2,4 bilhões (R$ 6,24 bilhões) e que, com 632 metros, é o segundo mais alto do mundo. Somente o Burj Khalifa, em Dubai, é maior, com 828 metros.
Xangai pode arcar com as enormes faturas. Mas outras cidades não têm necessariamente tantos recursos para pagar por esses grandes projetos de infraestrutura.
Em Tianjin, cerca de 110 km de Pequim, a prefeitura contraiu vultosos empréstimos para criar o que alguns viam como uma réplica de Nova York. Hoje, dezenas de torres de escritórios e empreendimentos de luxo estão vazios, semiconcluídos.
E em Dalian, cidade de 6 milhões de habitantes no nordeste da China, o futuro túnel até Yantai é apenas um dos itens de um plano diretor que inclui também 262 km de transporte urbano.Também está em construção aquele que a prefeitura diz que será o maior aeroporto do mundo instalado no mar, uma obra de US$ 4,3 bilhões (R$ 11,2 bilhões) numa ilha artificialmente aterrada.
David Dollar, ex-diretor do Banco Mundial na China, hoje trabalhando no Instituto Brookings, vê um risco nessa onda de construções.
“Se a taxa de crescimento for sustentada pela construção de infraestrutura desnecessária, uma hora pode haver uma desaceleração brusca que revele que a infraestrutura realmente não era nada necessária”, disse ele.
Muitos especialistas dizem que tais projetos também impõem um preço elevado às comunidades locais e ao ambiente, já que os construtores precisam deslocar pessoas, desmatar florestas, redirecionar rios e construir barragens.
Em Lanzhou, no noroeste, o governo local apoia um projeto que nivelaria o topo de 700 morros, abrindo espaço para um novo bairro empresarial, apesar das preocupações sobre danos ao ecossistema.
A construção de barragens também já causou problemas, ao provocar escassez hídrica e danos ambientais, e alguns cientistas dizem que as represas podem inclusive ter desencadeado terremotos no sudoeste da China.
Partidários dessas obras dizem que os projetos gigantes podem trazer mais eficiência. Usinas hidrelétricas e parques eólicos ajudam a reduzir as emissões de carbono, ao passo que o transporte de massa pode ajudar a reduzir o consumo de petróleo.
Outros grandes projetos poderiam reforçar a posição da China como potência industrial e comercial. Em novembro, o governo anunciou a abertura de uma ligação ferroviária do leste da China com a Espanha, permitindo que produtos cheguem em pouco mais de 20 dias ao país europeu. Essa é atualmente a mais longa viagem ferroviária do mundo.
Em 2007, a China completou a maior ponte de travessia marítima, em Hangzhou. O país se gaba agora de ter a maior ponte, a ponte mais alta e, desde 2011, uma nova ponte para assumir o lugar de mais longa travessia marítima, com 42,5 km, em Qingdao, no leste.
É esse tipo de capacidade que o governo deseja que suas estatais exportem, e isso já está acontecendo. Boston está comprando vagões de metrô da China. Argentina, Paquistão e Rússia pediram a Pequim que ajude a modernizar sua infraestrutura.
No mês passado, empreiteiras chinesas começaram a trabalhar em um ambicioso canal de US$ 50 bilhões (R$ 130 bilhões) que cruzará a Nicarágua e poderá rivalizar com o canal do Panamá.
“Para a China, trata-se em grande medida de construir uma identidade nacional” disse Bent Flyvbjerg, da Universidade de Oxford.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Sistema de aquecimento solar é testado em habitações populares em Curitiba

Mecanismo está sendo implantado num conjunto de 66 casas e é requisito para os novos contratos de unidades térreas dentro do Minha Casa, Minha Vida




Um sistema de aquecimento solar híbrido para edificações construídas dentro do Minha Casa, Minha Vida está em implantação em Curitiba. Trata-se de um conjunto de 66 moradias do conjunto Moradias Nilo, no Alto Boqueirão, que estão sendo equipadas com placas que aproveitam os raios solares para aquecimento da água do chuveiro. O mecanismo é uma exigência do Governo Federal para os novos contratos de unidades térreas destinadas a famílias com renda até R$ 1,6 mil, dentro do programa habitacional.

O equipamento consiste numa placa de vidro instalada no telhado da residência e conectada a um reservatório térmico de inox, que por sua vez também se liga à caixa d'água. No interior da placa de vidro, existe uma serpentina de condutores de energia feitos de cobre e alumínio. A função da placa é captar a radiação solar e aquecer a água que passa pela serpentina.

O reservatório acondiciona e mantém a água aquecida, com possibilidade de utilização eficaz mesmo depois que o sol já se pôs. Como em Curitiba os dias nublados são intermitentes, o equipamento conta com um sistema auxiliar de energia elétrica para garantir o fornecimento de água quente nessas condições. O investimento para instalação do mecanismo representa menos de 5% do custo de cada unidade e reduz em até 50% o consumo de energia elétrica.

As habitações estão sendo construídas com woodframe, que usa painéis de madeira com isolamento térmico e acústico. Os materiais também levam uma manta asfáltica para evitar infiltrações. O método permite que uma casa, sem a cobertura, seja edificada em menos de três horas. Iniciada há três meses, quase 60% das obras do conjunto Moradias Nilo estão executadas.

Fonte: Piniweb
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Apartamento de 9 Andares Construído em 9 semanas



O Waugh Thistleton's Timber Tower, situado em Hackney, Londres, é um apartamento de 9 andares construído em painéis CLT pré-frabricados. É uma construção totalmente em madeira. O fato de ter sido planejado com painéis pré-frabricados possibilitou a construção de um andar por semana, com apenas 4 trabalhadores, como indicado no vídeo abaixo: