segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Práticas sustentáveis se destacam no canteiro de obras da Arena Pantanal



Caminhão pipa molha o entorno da Arena Pantanal para amenizar a poluição com a obra São detalhes minuciosos. Todos os caminhões e outros equipamentos que saem da obra da Arena Pantanal, em Cuiabá, são lavados para não sujar as ruas. No local da lavagem, a água passa por um processo de decantação e é reaproveitada. Até a tinta e vernizes utilizados deverão seguir uma série de exigências, como não emitir partículas tóxicas que podem prejudicar a saúde.
A madeira incorporada à edificação é certificada e os resíduos deixados por esse material ganham nova utilidade. O que virou entulho na demolição do antigo Verdão foi reciclado e aproveitado na obra como agregado no aterro e nas vias de acesso. A qualidade do ar e da terra é monitorada permanentemente e até os aparelhos de ar condicionados são cautelosamente escolhidos e vistoriados.
Esses são apenas alguns critérios de sustentabilidade que vem sendo aplicados no canteiro de obras do novo Verdão, em Cuiabá. O objetivo é obter a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que é um sistema de certificação de edificações que verifica e atesta a qualidade ambiental de um empreendimento. É a excelência no uso de energia e no design ambiental que dão nome à sigla LEED.
A Arena Pantanal é um dos oito estádios de futebol no Brasil que registraram seus projetos e buscam o atestado de construção verde.

Elétrico brasileiro conclui maior viagem já feita no mundo

Elétrico brasileiro conclui maior viagem já feita no mundo



O veículo elétrico produzido pela Usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu, acaba de concluir a maior viagem já feita por um carro 100% elétrico no mundo. O protótipo, batizado de VE, percorreu as três Américas, em um percurso de mais de 20 mil quilômetros.

A viagem, comandada pelo jornalista Paulo Rollo, especializado no setor automotivo, teve início no dia 9 de abril em Los Angeles, nos EUA, e durou pouco mais de quatro meses, com um roteiro que incluiu 15 países - entre eles: México, Nicarágua, Costa Rica, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Paraguai e Argentina.

O ponto final da expedição foi no Brasil, exatamente no local onde o veículo elétrico foi planejado: o Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Montagem de Veículos Movidos a Eletricidade, da Usina de Itaipu. Os viajantes chegaram ao local, concluindo oficialmente a viagem, nesta quarta-feira, 19 de agosto.

sábado, 20 de agosto de 2011

Empresas espanholas ajudam no desenvolvimento de energia eólica no Brasil


A Espanha joga um papel 'fundamental' no desenvolvimento da energia eólica no Brasil, cujo preço de geração caiu para a metade nos últimos dois anos, afirmou um alto representante do setor nesta sexta-feira.
'Desde 2008, o país tem um papel destacado, uma contribuição que envolve desde os fabricantes de equipamentos até o grau de seus investimentos', disse à Agência Efe Ricardo Simões, presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica).
A contribuição da tecnologia espanhola para a geração de energia eólica ficou evidente no leilão de eletricidade a partir de fontes alternativas concluída na quinta-feira pelo Governo brasileiro.

Após dragagem do governo, porto do Rio recebe R$ 1,2 bi de investimento privado

Iniciativa vai quase triplicar a capacidade de movimentação de carga do local e fazer o maior cais contínuo de contêineres do País



Terminal de cargas no porto do Rio será ampliado,
com investimentos de R$ 1,2 bilhão



Depois que a Secretaria de Portos aplicou R$ 138 milhões na dragagem do Porto do Rio de Janeiro e a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) autorizou o projeto, a Companhia Docas do Rio de Janeiro anunciou nesta sexta-feira investimentos de R$ 1,2 bilhão na modernização dos terminais da cidade.
As obras de expansão vão ampliar três terminais. A Antaq aprovou a expansão nesta quinta-feira (18/08). Com a medida, os terminais – arrendados pela Libra Terminais e MultiTerminais – serão ampliados, e o porto do Rio passará a ter o maior cais contínuo de contêineres do Brasil. O empreendimento conjunto das duas empresas pretende ampliar suas capacidades de operação.
“A dragagem do governo federal, no valor de R$ 138 milhões, fez do porto do Rio um ‘player’ importante na movimentação de contêineres no Brasil e viabilizou investimentos privados de quase dez vezes esse valor. Poderemos receber navios post-Panamax (navios de dimensões superiores à classe Panamax, que cabem nas eclusas do Canal do Panamá). Não fosse isso, os terminais do Rio estariam fadados a ser marginais, linha secundária”, afirmou o diretor-presidente da CDRJ, Jorge Luiz de Mello.

A expectativa é que, até 2018, as operações no porto cheguem a 25 milhões de toneladas/ano, quase o triplo das atuais 9 milhões/ano. “O que vemos de importante nas expansões é a resposta a um planejamento de governo, que garantiu a infraestrutura”, disse o secretário-executivo da Secretaria de Portos, Mário Lima Júnior.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Porto Alegre inicia construção de aeromóvel

Estrutura será formada por vigas especiais com a seção vazada, por onde o ar propulsionará a aleta dos trens


Sistema deve entrar em operação experimental já em 2012.

O aeromóvel de Porto Alegre ligará a Estação Aeroporto da Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre (Trensurb) ao terminal 1 do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em um trajeto de 998 m de extensão e tempo de percurso estimado em 90 segundos. A obra orçada em R$ 29,9 milhões, com recursos provenientes do Governo Federal, é executada pela construtora gaúcha Premold.

De acordo com Sidemar Francisco da Silva, Gerente de Projetos da Trensurb, "a estrutura será formada por vigas especiais com a seção vazada, como um duto interno, por onde o ar propulsionará os trens através de uma aleta". As vigas serão concretadas in loco.
Ao todo, 47 pilares de concreto pré-moldado, com aproximadamente 12 t, sustentarão as vigas a 5 m de altura. Segundo o Gerente de Projetos da Trensurb, a fundação para os pilares serão feitas em dois tipos: hélice contínua e estaca cravada.

A construção das duas estações ficará sob a responsabilidade da construtora Arcol. A estação da Trensurb terá 253,95 m² e a do aeroporto, 491,1 m². Ambas serão construídas em uma estrutura independente da via elevada, sendo que os blocos de fundação serão construídos em concreto moldado in loco e os pilares e lajes da plataforma em concreto pré-moldado. A estrutura de fixação da cobertura e os fechamentos laterais serão em aço e vidro.

A linha contará com dois trens, um com 150 lugares e outro com capacidade para o transporte de 300 passageiros, equipados com ar-condicionado, portas automatizadas, espaço para bagagens e com acessibilidade universal. A expectativa é de que cerca de 7 mil pessoas transitem pelo aeromóvel diariamente.

O sistema deve entrar em operação experimental já em 2012.

Avaliação - PET


Atenção todos os alunos,

A partir desta segunda-feira (01/08) estará disponível um questionário com a finalidade de avaliar o desempenho, as atividades e as realizações em geral feitas pelo PET Civil para a graduação.


Solicitamos que todos respondam, assim que possível, para, a partir dos resultados obtidos, avaliarmos os pontos em que fomos bem sucedidos ou em que tivemos algumas falhas, a fim de melhorarmos nossos métodos e atividades.

O questionário avaliativo estará disponível no site do PET civil por cerca de duas semanas.






Não deixe de responder! Sua resposta será de grande utilidade!

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Recursos colocam modal nos trilhos




O setor ferroviário está diante de um novo ciclo de investimentos, que deverá se estender por toda a década, contemplar mais de R$ 60 bilhões em recursos nos próximos anos e beneficiar uma ampla cadeia produtiva - de siderúrgicas e fundições a fabricantes de vagões e fornecedoras de concreto, dormentes, cimento, além de provedoras de soluções de energia elétrica e de telecomunicações.

Após a privatização, entre 1997 e 2010, as concessionárias investiram R$ 24 bilhões e colocaram o modal novamente nos trilhos: o segmento, que respondia por 17% do transporte de cargas, passou a responder pela movimentação de um quarto das mercadorias produzidas no país. Agora, novos investimentos terão como foco a duplicação de estradas de ferro antigas e a construção de novos trechos, o que poderá fazer com que as ferrovias ganhem mais espaço na matriz de transportes e que o modal possa também transportar mais passageiros, recuperando o papel tido na década de 1960.

Estrada de Ferro Carajás
Um dos maiores investimentos está na região Norte, onde a Vale está investindo para ampliar sua produção em Carajás. Até 2015, a produção de minério de ferro da empresa deve ser ampliada em 191 milhões de toneladas métricas, sendo que boa parte do acréscimo, cerca de 130 milhões de toneladas, virá de Carajás. Para atender à expansão, a Vale investirá em sua logística, tanto ampliando a capacidade do terminal portuário de Ponta da Madeira (MA) quanto na Estrada de Ferro Carajás: 605 quilômetros de trilhos da linha férrea serão duplicados e a linha ferroviária será ampliada em 100 quilômetros para se conectar à serra sul de Carajás. Atualmente, 2,5 mil pessoas trabalham no primeiro trecho das obras de duplicação, iniciado em março e com 63 quilômetros. Há expectativa de obter a licença para a instalação do restante do empreendimento até o fim do ano, para entregar a obra em dezembro de 2014.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Copel reforçará transmissão de energia no Paraná e em São Paulo




A Copel recebeu autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel para implantar reforços nas instalações de transmissão em dois de seus empreendimentos: na subestação Cascavel Oeste, no Oeste do Paraná, e na linha de transmissão Araraquara 2 a Taubaté, em 500 mil volts, no interior do estado de São Paulo.

As obras autorizadas envolvem investimentos da ordem de R$ 36,8 milhões e irão assegurar um adicional anual de receitas de R$ 5,2 milhões à subsidiária de geração e transmissão de energia elétrica da Companhia. Os projetos básicos já estão sendo iniciados.
terça-feira, 16 de agosto de 2011

Reforma do Maracanã cumpre regras de sustentabilidade para a Fifa homologar estádios que vão sediar a Copa de 2014

Máquinas trabalham a pleno vapor na reforma do Maracanã,
que também receberá as cerimônias de abertura e de
encerramento das Olimpíadas.


Palco de partidas que fizeram história no futebol brasileiro, o sessentão Maracanã, que receberá as cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas, está sendo reformado seguindo regras de sustentabilidade, já durante as obras. A certificação provando que o estádio atendeu a todas as exigências do caderno de encargos da Fifa será emitida já para a Copa do Mundo de 2014, quando o estádio receberá partidas, inclusive a final do evento. A entidade internacional quer promover no Brasil, pela primeira vez, um "evento verde" e condicionou a homologação dos 12 estádios brasileiros obtenção dessa certificação.

 

A Fifa ofereceu quatro opções entre os certificados emitidos pela United States Green Building Council (USGBC), entidade americana dedicada à construção sustentável que atua em 115 países. Para ter o documento, os estádios devem marcar pelo menos 40 de um total de 110 pontos, distribuídos em sete categorias: espaço sustentável; uso racional da água; energia e atmosfera; materiais e recursos; qualidade ambiental interna; inovação e processo do projeto. Os graus para homologação de projetos são os seguintes: certified, silver, gold e platintun.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Energia Eólica Brasileira poderá chegar a 15% da matriz em 2020



A participação da energia eólica na matriz energética brasileira, que hoje está em 0,8%, deverá atingir 7% em 2020, conforme prevê o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDEE), da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).
O presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Ricardo de Maya Simões, considera o número modesto.

Segundo ele, o setor pode ter participação, em 2020, de 15% na matriz energética. Para isso, de acordo com Simões, é necessária a realização de leilões exclusivos, além da busca do domínio tecnológico. “Com leilões exclusivos, você obtém ganhos de escala para que, quando os mercados tradicionais, como a Europa e Estados Unidos retomarem, você tenha uma indústria consolidada, para poder manter a competição dessa fonte.”
Para o predidente da Abeeólica, a tecnologia não está consolidada no país. “O Brasil precisa dominar essa tecnologia”. Com esse objetivo, a entidade está trabalhando na construção de uma rede de pesquisas que irá culminar na criação de um centro de pesquisas de energia eólica. Para isso, foi contratada a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). A instituição fará um estudo sobre como deverá ser essa rede.