segunda-feira, 2 de julho de 2012

Questionário Avaliativo - 1º Semestre/2012

O PET entrou em férias e, agora, estamos fazendo um balanço avaliativo das atividades realizadas no primeiro semestre de 2012.


Gostaríamos que todos avaliassem os projetos em que tiveram participação. Pedimos que  proponham inovações nas atividades e sugestões de melhorias nas atividades, para que os resultados possam ser refletidos na formação acadêmica do curso de Engenharia Civil.

Exponham sua opinião e nos ajudem a construir um curso melhor com o PET.

Clique no link e responda ao questionário.
segunda-feira, 25 de junho de 2012

Primeiro arranha-céu do novo World Trade Center é finalizado em Nova York

Construção da Torre 4 é concluída quase 11 anos após os atentados terroristas que mataram cerca de três mil pessoas

O arranha-céu desenhado pelo arquiteto Fumihiko Maki, que contará com 72 andares quando for inaugurado oficialmente no final de 2013, se transforma no primeiro prédio a ser construído do novo World Trade Center

Nova York testemunhou nesta segunda-feira o término da construção do primeiro arranha-céu do novo World Trade Center (WTC), a Torre 4, quase 11 anos depois dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, que destruíram as Torres Gêmeas e tiraram a vida de quase 3 mil pessoas.
"Sempre achei que o novo World Trade Center seria um sucesso, e sempre acreditei no sul de Manhattan. Em pouco mais de um ano, a Torre 4 do WTC será a última novidade de nosso bairro", disse o corretor imobiliário Larry Silverstein, que obteve um contrato para alugar o complexo por 99 anos antes do 11-9.
Acompanhado de políticos como o republicano Peter King e quase uma centena de trabalhadores que participaram da construção do edifício, Silverstein e os demais presentes inscreveram seus nomes sobre a última viga da torre, que também foi assinada pelo presidente americano, Barack Obama, em sua última visita ao local antes conhecido como Marco Zero de Nova York.
Confira na íntegra:
sábado, 23 de junho de 2012

Ações sustentáveis nas arenas da Copa do Mundo são apresentadas durante a Rio+20


Estádio Nacional de Brasília deve ter maior estrutura de captação de energia solar, enquanto Mineirão contará com reservatório de seis milhões de litros de água

Projeto do Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília-DF

Durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, as arenas da Copa do Mundo de 2014 serviram como exemplo de construções que adotam práticas relacionadas à preservação do meio ambiente. Das 12 sedes de partidas do Mundial que acontecerá no Brasil daqui a dois anos, dez já solicitaram a certificação LEED (sigla em inglês para Liderança em Energia e Design Ambiental), emitida pela organização não governamental Green Building Council (GBC).

O representante do GBC, Felipe Faria, ressaltou a atuação governamental no setor. O BNDES, por exemplo, desenvolveu duas linhas de crédito, a Procopa Turismo e a Procopa Arena, que atrelaram benefícios no financiamento ao compromisso da busca por uma certificação ambiental. "O governo está mostrando à iniciativa privada quais são as direções da construção civil no Brasil. Estamos otimistas para a Copa e para as Olimpíadas", disse.

Na busca pelo "selo verde", a reforma do estádio Mineirão, em Belo Horizonte, terá captação de água da chuva, que será enviada para um reservatório com capacidade de seis milhões de litros. Segundo Faria, o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, único projeto dentre as arenas da Copa que busca a mais alta das quatro certificações do LEED, contará com 9,6 mil painéis solares e vai se tornar a maior estrutura de captação de energia desse tipo no país, com capacidade instalada de gerar 2,5 megawatts de energia.

Confira na íntegra:
sábado, 16 de junho de 2012

Plano da Petrobras aumenta investimento em energia suja

Em plena realização da Rio+20, conferência da ONU que tem entre seus objetivos encontrar formas de reduzir as emissões de gás carbônico na atmosfera, a Petrobras anunciou ontem um plano de negócios que aumenta os investimentos em combustível fóssil (petróleo e gás) e reduz na área de biocombustíveis (etanol e biodiesel).

O plano de negócios da petroleira para o período 2012-2016 teve um aumento de 5,2% em relação ao de 2011-2015, atendendo aos pedidos do governo federal para que as estatais aumentem seus investimentos.





Até 2016 a empresa deve investir US$ 236,5 bilhões (R$ 416,5 bilhões), contra os US$ 224,7 bilhões previstos no plano anterior.

Dessa maneira, o desembolso anual passará de US$ 44,9 bilhões para US$ 47,3 bilhões, alavancando mais a economia.

Do total de investimentos previstos no plano, 60% (US$ 141,8 bilhões) vão para a área de Exploração e Produção, um aumento de três pontos percentuais em relação ao plano anterior.

A participação dos biocombustíveis nos investimentos da empresa, no entanto, caiu de 2% para 1,6%, deixando clara uma mudança de foco na empresa que, no plano anterior, previa aumentar de 5% para 12% sua participação no mercado de etanol.

Confira a notícia na íntegra:
sexta-feira, 15 de junho de 2012

Revestimento "gelofóbico" não congela nunca



Engenheiros da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriram uma forma de tornar qualquer superfície metálica imune ao acúmulo de gelo.
A descoberta terá impactos em uma série de aplicações, de geladeiras a turbinas eólicas, passando pela fuselagem de aviões e pelos telhados em países frios.
O resultado é um melhoramento em relação a um feito anterior da equipe, que havia criado uma superfície que repele as gotas de água antes que elas congelem.
Mas o tratamento das superfícies então desenvolvido não dava bons resultados em condições de elevada umidade, como quando a superfície é atingida por neblina ou condensação (embaçamento).
Nesse meio tempo, a equipe da professora Joanna Aizenberg criou omaterial sintético mais escorregadio do mundo, que o grupo batizou de SLIPs, "escorregar" em inglês, mas também uma sigla para Slippery Liquid-Infused Porous Surfaces - superfícies escorregadias porosas com infusão líquida.

Confira a notícia na íntegra: 
quarta-feira, 13 de junho de 2012

É possível deixar a sua casa ou imóvel um pouco mais sustentável ?

O público que estiver no Rio de Janeiro para participar da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) poderá conhecer um sistema integrado de produção orgânica. A Fazendinha Agroecológica Km 47, onde são realizadas pesquisas em ciências agrárias, vai abrir as portas aos participantes do evento da ONU entre os dias 18 e 22 deste mês.
Localizado no município de Seropédica, a cerca de 60 km do centro do Rio, o projeto é uma pareceria entre a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e a Empresa de Pesquisa Agropecuária do Estado do Rio (Pesagro-Rio).
Nos cinco dias de visitação, durante a Rio+20, um ônibus será disponibilizado pelo Ministério da Agricultura para levar os visitantes ao projeto. Para se inscrever, os interessados devem enviar e-mail para riomais20@cnpab.embrapa.br com as seguintes informações: nome, profissão, instituição a que está ligado e telefone. Outras informações podem ser obtidas no número (21) 3441-1538.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Rio terá projeto de reuso industrial de água, um dos temas da conferência do desenvolvimento sustentável




Rio de Janeiro – A água, um dos temas em debate na Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), programada para junho, é um produto em processo de crescente escassez e de degradação – principalmente em consequência da poluição que atinge rios e mananciais em todo o mundo.
No Brasil, o estado do Rio começa a desenvolver um projeto de reuso industrial da água. A vazão total prevista para o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), na região metropolitana da capital, alcançará 1,5 mil litros por segundo, o que equivale a 47,3 bilhões de litros por ano – quantidade suficiente para o consumo de uma cidade com 750 mil habitantes. O projeto consiste em usar estações de tratamento (no caso a de Alegria, no Caju, zona portuária da cidade) a fim de reaproveitar os efluentes, transformando-os em água própria para reuso pela indústria.
Acordo nesse sentido foi firmado entre a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) e a Petrobras. Pelos termos do contrato, caberá à Cedae o investimento para a implantação do projeto e à Petrobras o pagamento da tarifa pelo fornecimento de água, que se destinará a atender à demanda do Comperj e está sendo construído em Itaboraí (RJ).

Construção Sustentável (Ministério do Meio Ambiente)



Reconhecidamente, o setor da construção civil tem papel fundamental para a realização dos objetivos globais do desenvolvimento sustentável. O Conselho Internacional da Construção – CIB aponta a indústria da construção como o setor de atividades humanas que mais consome recursos naturais e utiliza energia de forma intensiva, gerando consideráveis impactos ambientais. Além dos impactos relacionados ao consumo de matéria e energia, há aqueles associados à geração de resíduos sólidos, líquidos e gasosos. Estima-se que mais de 50% dos resíduos sólidos gerados pelo conjunto das atividades humanas sejam provenientes da construção. Tais aspectos ambientais, somados à qualidade de vida que o ambiente construído proporciona, sintetizam as relações entre construção e meio ambiente.

Na busca de minimizar os impactos ambientais provocados pela construção, surge o paradigma da construção sustentável. No âmbito da Agenda 21 para a Construção Sustentável em Países em Desenvolvimento, a construção sustentável é definida como: "um processo holístico que aspira a restauração e manutenção da harmonia entre os ambientes natural e construído, e a criação de assentamentos que afirmem a dignidade humana e encorajem a equidade econômica". No contexto do desenvolvimento sustentável, o conceito transcende a sustentabilidade ambiental, para abraçar a sustentabilidade econômica e social, que enfatiza a adição de valor à qualidade de vida dos indivíduos e das comunidades.

Os desafios para o setor da construção são diversos, porém, em síntese, consistem na redução e otimização do consumo de materiais e energia, na redução dos resíduos gerados, na preservação do ambiente natural e na melhoria da qualidade do ambiente construído.

Para tanto, recomenda-se:
    • mudança dos conceitos da arquitetura convencional na direção de projetos flexíveis com possibilidade de readequação para futuras mudanças de uso e atendimento de novas necessidades, reduzindo as demolições;
    • busca de soluções que potencializem o uso racional de energia ou de energias renováveis;
    • gestão ecológica da água;
    • redução do uso de materiais com alto impacto ambiental;
    • redução dos resíduos da construção com modulação de componentes para diminuir perdas e especificações que permitam a reutilização de materiais.

Vidro ultrafino pode viabilizar telas de enrolar



A empresa Corning, fabricante de vidros especiais, lançou um vidro ultrafino que pode ser até enrolado ao redor de um objeto.
O produto vem em duas versões: comum e recoberto com ITO - óxido de índio dopado com estanho, o condutor transparente usado nas telas sensíveis ao toque.
Assim, além das telas de celulares e tablets, devido à sua flexibilidade, o novo vidro poderá ser utilizado para viabilizar outros tipos de tela.
Embora afirme que o vidro de enrolar possa ser fabricado com até 0,05 milímetro de espessura, a empresa colocou no mercado versões com 0,2 e 0,1 milímetro, que serão vendidas em rolos de até 300 metros.
Telas flexíveis
A descoberta desse tipo de vidro especial ultrafino é atribuída a Steve Jobs, ou à Apple, que contratou a Corning para o desenvolvimento da tela do primeiro iPhone, em 2006.
Embora provavelmente seja adotado pelos aparelhos eletrônicos atualmente no mercado, um vidro de enrolar não é versátil o suficiente para a fabricação de telas realmente flexíveis, que poderão até ser dobradas.


Richa autoriza obras em 12 mil quilômetros de rodovias estaduais



O governador Beto Richa homologou nesta semana licitações para a execução de obras de conservação e manutenção de 11,8 mil quilômetros da malha rodoviária estadual. Serão investidos cerca de R$ 840 milhões nas intervenções. 


As obras fazem parte do Programa Estadual de Recuperação e Conservação de Estradas (PERC) e serão executadas pelas regionais do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Curitiba, Ponta Grossa, Londrina, Maringá e Cascavel. 

“Temos o compromisso de manter as rodovias estaduais conservadas e em qualidade suficiente para assegurar a competitividade do Estado e a integração viária segura entre as regiões”, disse o governador.


O programa foi dividido em três segmentos. O primeiro é denominado de Conservação e Recuperação Descontínua com Melhoria do Estado do Pavimento. Com recursos de R$ 410 milhões, essa etapa contempla dois mil quilômetros de rodovias em elevado processo de deterioração. 


A maioria desta malha serve como corredor de transporte regional ou estadual. O objetivo do programa é alcançar 85% de nível bom e muito bom nas condições do pavimento. Os restantes 15% deverão estar, pelo menos, em nível razoável. Com isso o Estado eliminará rodovias em situações consideradas como ruim ou péssimo. 

O segundo segmento é o de Conservação de Pavimentos e tem previstos mais R$ 290 milhões. Neste programa os serviços serão basicamente a execução de reparos em pequenos segmentos descontínuos, principalmente para melhoria da drenagem. 

O trabalho será estendido por aproximadamente oito mil quilômetros de rodovias estaduais pavimentadas que apresentam atualmente menor grau de deterioração (entre 8% a 12%). O objetivo do planejamento é reduzir esta margem e conservar a qualidade da pista. 

Outros R$ 139 milhões serão investidos em serviços de limpeza dos dispositivos de drenagem, sinalização e controle da vegetação ao longo das rodovias estaduais e federais delegadas. Essa será terceira etapa e terá objetivo de garantir maior segurança com a visibilidade da sinalização.